Num final de semana, enquanto eu redigia um artigo, meu filho Bernardo, de 7 anos, questionou o que eu estava fazendo. Respondi que estava escrevendo uma coluna para o jornal e perguntei a ele sobre qual assunto gostaria que o pai falasse. Ele respondeu: “Escreve sobre o Parque Centenário”. Perguntei o que eu devia escrever e ele, prontamente, disse: “Conta que o Parque está sem cuidado, que os bancos estão quebrados onde a gente senta para alimentar os patos. O banheiro está estragado, os quiosques estão caindo, que os brinquedos não podemos usar. Tem muita coisa para arrumar”.
Fiquei pensando nisso e percebi que o Bernardo tem razão. Enquanto outros municípios almejam e se esforçam para construir espaços de esporte e lazer para a população, Montenegro desperdiça um dos seus mais belos locais. Falo em desperdício, sim, porque a utilização do Parque Centenário Erny Carlos Heller está muito aquém do seu potencial. Falta manutenção, melhorias e movimento. Sobra abandono e insegurança.
O Parque Centenário é um espaço de beleza natural em pleno centro urbano. Um lugar que precisa ser revitalizado e redescoberto pelos montenegrinos. Mas o que fazer na área do Parque, além da manutenção? Devemos construir uma pista de motocross? Ampliar a área dos skatistas? Aumentar a pracinha das crianças? Fazer novas quadras para vôlei ou basquete? Quem sabe arenas para rodeios e gineteadas ou então um pavilhão para shows?
Justamente para que haja uma definição quanto ao uso do Centenário, estou sugerindo um Plano Diretor para o Parque. Assim, teremos um inventário do que hoje existe e poderemos traçar diretrizes de planejamento, conservação, administração, melhorias e, principalmente, do uso dos espaços. Este Plano Diretor pode ser elaborado pela Unisc, por exemplo, que possui um núcleo que atua nas questões relacionadas à gestão urbana. Um Plano Diretor é o caminho para repensar o Parque e apontar a melhor alternativa para devolvê-lo à comunidade.
Devemos cuidar dessa área que possuímos. Uma cidade que se preocupa com a qualidade de vida dos seus cidadãos, não vive só de asfalto e prédios. Necessita de espaços livres e lugares bem planejados para o esporte e lazer. Isto é o que meu filho Bernardo, na inocência da sua idade, quis dizer. Certamente, é o que todos nós montenegrinos desejamos.
Fiquei pensando nisso e percebi que o Bernardo tem razão. Enquanto outros municípios almejam e se esforçam para construir espaços de esporte e lazer para a população, Montenegro desperdiça um dos seus mais belos locais. Falo em desperdício, sim, porque a utilização do Parque Centenário Erny Carlos Heller está muito aquém do seu potencial. Falta manutenção, melhorias e movimento. Sobra abandono e insegurança.
O Parque Centenário é um espaço de beleza natural em pleno centro urbano. Um lugar que precisa ser revitalizado e redescoberto pelos montenegrinos. Mas o que fazer na área do Parque, além da manutenção? Devemos construir uma pista de motocross? Ampliar a área dos skatistas? Aumentar a pracinha das crianças? Fazer novas quadras para vôlei ou basquete? Quem sabe arenas para rodeios e gineteadas ou então um pavilhão para shows?
Justamente para que haja uma definição quanto ao uso do Centenário, estou sugerindo um Plano Diretor para o Parque. Assim, teremos um inventário do que hoje existe e poderemos traçar diretrizes de planejamento, conservação, administração, melhorias e, principalmente, do uso dos espaços. Este Plano Diretor pode ser elaborado pela Unisc, por exemplo, que possui um núcleo que atua nas questões relacionadas à gestão urbana. Um Plano Diretor é o caminho para repensar o Parque e apontar a melhor alternativa para devolvê-lo à comunidade.
Devemos cuidar dessa área que possuímos. Uma cidade que se preocupa com a qualidade de vida dos seus cidadãos, não vive só de asfalto e prédios. Necessita de espaços livres e lugares bem planejados para o esporte e lazer. Isto é o que meu filho Bernardo, na inocência da sua idade, quis dizer. Certamente, é o que todos nós montenegrinos desejamos.
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