Tenho defendido repetidas vezes a importância do planejamento e do foco nos resultados na atividade pública. Acredito que de nada adianta crescer economicamente se isso não significa aumento na oferta e na qualidade dos serviços públicos. A eficiência dos gastos públicos significa como conseguir transformar dinheiro do orçamento em qualidade de vida.
Precisamos romper com a lógica da improvisação. Planejamento, responsabilidade e transparência são fundamentais para o sucesso de qualquer negócio. E nas administrações públicas não é diferente. Uma gestão eficiente implica, ainda, em conhecimento e bom uso do capital humano disponível.
Os agentes que exercem atividades nas administrações municipais não têm como regra, formação técnica específica. Isso não é estranho. Afinal, são pessoas escolhidas na comunidade, às quais é conferido, em confiança, o poder de gerenciar os interesses do município. Não são, portanto, tecnocratas. São políticos. Saem da própria sociedade para exercer um papel de gestores em nome da coletividade. Aqui estão o prefeito, o vice-prefeito, os secretários municipais e nós, os vereadores.
Assim, é normal que os agentes que executam atividades na Prefeitura ou na Câmara de Vereadores sejam políticos e não técnicos. Isso, entretanto não retira a obrigação de conduzir as ações de forma técnica. Afinal, respondemos pessoalmente, pelas ações ou omissões, por crime contra a administração pública, improbidade administrativa, além de estarmos sob o controle dos Tribunais de Contas.
Por isso é importante a preparação dos agentes públicos municipais. Podemos ser políticos por natureza, mas precisamos compreender as nossas responsabilidades. É fundamental conhecer o mínimo das peculiaridades da administração municipal. E acrescento, ainda, que devemos, por medida de segurança, cercar-nos de uma assessoria técnica competente. A falta de conhecimento e a escassez de informações podem induzir ao erro. E os erros sempre trazem sérias conseqüências quando se trata de recursos públicos.
Na esfera pública, mais do que em qualquer outra atividade, tem que existir comprometimento, responsabilidade, transparência e espaço para discussão e participação. É o mínimo de retorno que se pode dar à comunidade que nos escolheu. Sem esquecer de buscar aperfeiçoamento, capacitação qualificação e bons resultados, sempre.
Precisamos romper com a lógica da improvisação. Planejamento, responsabilidade e transparência são fundamentais para o sucesso de qualquer negócio. E nas administrações públicas não é diferente. Uma gestão eficiente implica, ainda, em conhecimento e bom uso do capital humano disponível.
Os agentes que exercem atividades nas administrações municipais não têm como regra, formação técnica específica. Isso não é estranho. Afinal, são pessoas escolhidas na comunidade, às quais é conferido, em confiança, o poder de gerenciar os interesses do município. Não são, portanto, tecnocratas. São políticos. Saem da própria sociedade para exercer um papel de gestores em nome da coletividade. Aqui estão o prefeito, o vice-prefeito, os secretários municipais e nós, os vereadores.
Assim, é normal que os agentes que executam atividades na Prefeitura ou na Câmara de Vereadores sejam políticos e não técnicos. Isso, entretanto não retira a obrigação de conduzir as ações de forma técnica. Afinal, respondemos pessoalmente, pelas ações ou omissões, por crime contra a administração pública, improbidade administrativa, além de estarmos sob o controle dos Tribunais de Contas.
Por isso é importante a preparação dos agentes públicos municipais. Podemos ser políticos por natureza, mas precisamos compreender as nossas responsabilidades. É fundamental conhecer o mínimo das peculiaridades da administração municipal. E acrescento, ainda, que devemos, por medida de segurança, cercar-nos de uma assessoria técnica competente. A falta de conhecimento e a escassez de informações podem induzir ao erro. E os erros sempre trazem sérias conseqüências quando se trata de recursos públicos.
Na esfera pública, mais do que em qualquer outra atividade, tem que existir comprometimento, responsabilidade, transparência e espaço para discussão e participação. É o mínimo de retorno que se pode dar à comunidade que nos escolheu. Sem esquecer de buscar aperfeiçoamento, capacitação qualificação e bons resultados, sempre.
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