Volto a falar de planejamento, pois sinto que este tema tem sido relegado a um segundo plano – para dizer o mínimo – nos últimos tempos. Não quero ser repetitivo, mas também não posso ignorar os fatos que fazem parte do cotidiano montenegrino. Quando não há um plano estratégico, quando as medidas não são tomadas em conjunto com todas as partes interessadas e conduzidas com seriedade e comprometimento, o resultado é quase sempre negativo. Às vezes, não porque as propostas são ruins, mas porque foram conduzidas de maneira errada. Daí é preciso retroceder, recomeçar. Ou então, tentar justificar o injustificável e explicar o inexplicável. Isto sem mencionar os gastos e transtornos.
Por isso, voltamos ao planejamento. Somente sabendo onde tencionamos chegar é que poderemos traçar o melhor caminho e priorizar os recursos.
Como é a cidade que queremos? Quando se pensa em desenvolvimento municipal, esta sem dúvida, é a questão principal.
Montenegro tem vivido um bom momento em termos de crescimento econômico, porém de nada adianta aumentar arrecadação se isto não se traduz em melhoria na qualidade de vida da população. Temos proposto ao longo dos anos, um planejamento estratégico para a cidade, com vistas a alcançar resultados positivos em todos os setores. Sem planejamento poderemos até continuar crescendo economicamente, mas seremos deficientes em serviços públicos e o que é mais preocupante, sem alcançar desenvolvimento humano e social.
O desenvolvimento não acontece por acaso. Ainda que possa ter alguns componentes espontâneos, a experiência mostra a importância de ações planejadas, públicas e privadas, que precisam ser acionadas em conjunto e em sintonia. É preciso refletir e planejar para encontrar soluções sólidas, que revertam dificuldades em melhores condições de vida para os cidadãos. Somente unindo esforços, em prol de uma cidade única, que acolha e atenda as demandas de seus moradores, conseguiremos enfrentar os desafios.
Uma política de resultados se constrói sem vaidades ou interesses pessoais. Ela advém de planejamento, coragem, boas parcerias e trabalho conjunto. Pensando nisso, aguardamos a chegada do novo Plano Diretor. Quem sabe através dele conseguiremos definir como é a cidade que queremos.
Por isso, voltamos ao planejamento. Somente sabendo onde tencionamos chegar é que poderemos traçar o melhor caminho e priorizar os recursos.
Como é a cidade que queremos? Quando se pensa em desenvolvimento municipal, esta sem dúvida, é a questão principal.
Montenegro tem vivido um bom momento em termos de crescimento econômico, porém de nada adianta aumentar arrecadação se isto não se traduz em melhoria na qualidade de vida da população. Temos proposto ao longo dos anos, um planejamento estratégico para a cidade, com vistas a alcançar resultados positivos em todos os setores. Sem planejamento poderemos até continuar crescendo economicamente, mas seremos deficientes em serviços públicos e o que é mais preocupante, sem alcançar desenvolvimento humano e social.
O desenvolvimento não acontece por acaso. Ainda que possa ter alguns componentes espontâneos, a experiência mostra a importância de ações planejadas, públicas e privadas, que precisam ser acionadas em conjunto e em sintonia. É preciso refletir e planejar para encontrar soluções sólidas, que revertam dificuldades em melhores condições de vida para os cidadãos. Somente unindo esforços, em prol de uma cidade única, que acolha e atenda as demandas de seus moradores, conseguiremos enfrentar os desafios.
Uma política de resultados se constrói sem vaidades ou interesses pessoais. Ela advém de planejamento, coragem, boas parcerias e trabalho conjunto. Pensando nisso, aguardamos a chegada do novo Plano Diretor. Quem sabe através dele conseguiremos definir como é a cidade que queremos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário