Nesta semana estaremos participando de dois eventos relacionados à área comercial da cidade. Sabemos que o município se fortalece quando fomenta a criação de uma cadeia produtiva que impeça a evasão de riquezas e que é preciso ter alternativas e ações de apoio às organizações empresariais, que estimule o crescimento daquelas já existentes e incentive a chegada de novas. Há muito notamos que o passo da iniciativa privada é muito rápido e que o crescimento industrial, comercial e, nos últimos anos, de serviços, se dá mais em função do mercado e do arrojo dos empreendedores do que por políticas públicas, na grande maioria das vezes inexistentes ou insuficientes para corresponder às necessidades e expectativas do setor produtivo.
Hoje estaremos discutindo na Câmara, em conjunto com as entidades representativas (ACI Montenegro, CDL e Sindilojas) e Poder Executivo, a questão das feiras itinerantes. Aquelas que se instalam na cidade por alguns dias para comercializar seus produtos e depois vão embora, levando consigo os valores referentes a impostos – que serão arrecadados nos municípios de origem - e o dinheiro dos consumidores – que serão investidos em outras localidades.
Amanhã, terça-feira, participaremos de uma reunião para tratar sobre a pirataria. Ou melhor, como tornar eficaz a lei de nossa autoria, que permite a cassação do alvará de licença para quem fabrica, comercializa ou transporta produtos industrializados ilegalmente, falsificados ou receptados. O encontro terá a presença do vereador Adeli Sell (vice-presidente da Câmara de Porto Alegre), autor de regra semelhante na capital, que já foi secretário municipal de Indústria e Comércio de Porto Alegre, período em que atuou com o lema de tolerância zero às ilegalidades. Colocou a fiscalização nas ruas e fez cumprir a lei.
Não tencionamos fazer de Montenegro uma ilha, ou criar uma reserva de mercado. Nem tampouco impedir que pessoas de outras cidades venham e atuem aqui. O que buscamos é resguardar os estabelecimentos locais, impedir a concorrência desleal e, principalmente, coibir a atividade ilegal. Independente do tamanho ou do ramo, todas as empresas legalizadas do município precisam ser protegidas e apoiadas. São elas que geram emprego, renda e contribuem com a arrecadação municipal. Fazem isso todos os dias, o ano inteiro.
Hoje estaremos discutindo na Câmara, em conjunto com as entidades representativas (ACI Montenegro, CDL e Sindilojas) e Poder Executivo, a questão das feiras itinerantes. Aquelas que se instalam na cidade por alguns dias para comercializar seus produtos e depois vão embora, levando consigo os valores referentes a impostos – que serão arrecadados nos municípios de origem - e o dinheiro dos consumidores – que serão investidos em outras localidades.
Amanhã, terça-feira, participaremos de uma reunião para tratar sobre a pirataria. Ou melhor, como tornar eficaz a lei de nossa autoria, que permite a cassação do alvará de licença para quem fabrica, comercializa ou transporta produtos industrializados ilegalmente, falsificados ou receptados. O encontro terá a presença do vereador Adeli Sell (vice-presidente da Câmara de Porto Alegre), autor de regra semelhante na capital, que já foi secretário municipal de Indústria e Comércio de Porto Alegre, período em que atuou com o lema de tolerância zero às ilegalidades. Colocou a fiscalização nas ruas e fez cumprir a lei.
Não tencionamos fazer de Montenegro uma ilha, ou criar uma reserva de mercado. Nem tampouco impedir que pessoas de outras cidades venham e atuem aqui. O que buscamos é resguardar os estabelecimentos locais, impedir a concorrência desleal e, principalmente, coibir a atividade ilegal. Independente do tamanho ou do ramo, todas as empresas legalizadas do município precisam ser protegidas e apoiadas. São elas que geram emprego, renda e contribuem com a arrecadação municipal. Fazem isso todos os dias, o ano inteiro.
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