Vivemos nas cidades. É nelas que moramos, trabalhamos, estudamos, nos divertimos e enfrentamos nossos problemas. É nas cidades, também, que encontramos muitas das soluções que procuramos. Todos nós desejamos viver numa cidade melhor, mais pacífica, justa e com oportunidades.
O problema é que um grande número de pessoas sempre espera que essa cidade melhor comece no outro. É comum ouvirmos as pessoas falando que têm boa vontade para ajudar, mas como ninguém as convida, nem sempre se organizam. Então, não podem contribuir como gostariam para um mutirão de plantio de árvores, por exemplo, ou para construir uma associação ou integrar um conselho municipal. Pessoas assim acabam achando mais fácil reclamar que ninguém faz nada, ou que a culpa é do “sistema”, dos governantes, das empresas. Pessoas assim não se perguntam se estão fazendo a parte que lhes cabe.
Penso que a cidadania (ou a falta dela) está inter-relacionada à questão da identidade cultural de uma comunidade. Ao migrar do interior para os centros urbanos, ou para regiões diferentes, além de todos os problemas que acarretam com o crescimento desordenado das cidades, as pessoas perdem muito de sua identidade cultural, sua memória. Se no interior, apesar das dificuldades, as pessoas tinham nome e sobrenome, eram conhecidas, nas cidades estão isoladas. Há gente por todos os lados, mas gente desconhecida.
Sem identidade, importa muito pouco saber que o patrimônio da coletividade, seja arquitetônico, ambiental, histórico, cultural, a própria rua, a praça, está sendo ameaçado ou destruído. À medida que os moradores não se sentem donos desses espaços coletivos – que são considerados como terra de ninguém ou como pertencentes aos governos dos quais não gostam – também não se mobilizam em sua defesa. Assim, não há nenhuma sensação de perda diante de uma floresta que deixa de existir, de um lago aterrado, de um rio poluído ou de um parque depredado. A população residente, em sua maior parte, por não ter identidade com o lugar em que vive também não se sente parte dele. Daí pouco se importa e deixa que os outros resolvam e façam.
Precisamos refletir sobre essa realidade para encontrar uma maneira de buscar a formação de uma identidade das pessoas com o lugar em que vivem. Elas precisam fazer parte, ter o sentimento de pertencer, pois somente com a participação e a vivência de cada um conseguiremos construir a cidade que queremos.
O problema é que um grande número de pessoas sempre espera que essa cidade melhor comece no outro. É comum ouvirmos as pessoas falando que têm boa vontade para ajudar, mas como ninguém as convida, nem sempre se organizam. Então, não podem contribuir como gostariam para um mutirão de plantio de árvores, por exemplo, ou para construir uma associação ou integrar um conselho municipal. Pessoas assim acabam achando mais fácil reclamar que ninguém faz nada, ou que a culpa é do “sistema”, dos governantes, das empresas. Pessoas assim não se perguntam se estão fazendo a parte que lhes cabe.
Penso que a cidadania (ou a falta dela) está inter-relacionada à questão da identidade cultural de uma comunidade. Ao migrar do interior para os centros urbanos, ou para regiões diferentes, além de todos os problemas que acarretam com o crescimento desordenado das cidades, as pessoas perdem muito de sua identidade cultural, sua memória. Se no interior, apesar das dificuldades, as pessoas tinham nome e sobrenome, eram conhecidas, nas cidades estão isoladas. Há gente por todos os lados, mas gente desconhecida.
Sem identidade, importa muito pouco saber que o patrimônio da coletividade, seja arquitetônico, ambiental, histórico, cultural, a própria rua, a praça, está sendo ameaçado ou destruído. À medida que os moradores não se sentem donos desses espaços coletivos – que são considerados como terra de ninguém ou como pertencentes aos governos dos quais não gostam – também não se mobilizam em sua defesa. Assim, não há nenhuma sensação de perda diante de uma floresta que deixa de existir, de um lago aterrado, de um rio poluído ou de um parque depredado. A população residente, em sua maior parte, por não ter identidade com o lugar em que vive também não se sente parte dele. Daí pouco se importa e deixa que os outros resolvam e façam.
Precisamos refletir sobre essa realidade para encontrar uma maneira de buscar a formação de uma identidade das pessoas com o lugar em que vivem. Elas precisam fazer parte, ter o sentimento de pertencer, pois somente com a participação e a vivência de cada um conseguiremos construir a cidade que queremos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário