Hoje abordo a campanha “Montenegro contra o crack”, assunto que diz respeito a toda comunidade. Já não há mais lugares recônditos para traficantes ou viciados. Eles estão em toda parte. O crack invadiu a cidade e a cada dia o número de “bocas de fumo” e de dependentes aumenta.
A diferença desta campanha – não querendo aqui desmerecer outras iniciativas – é que ela está aglutinando todos os poderes constituídos e instituições do município. Não há cores partidárias, credo, raça ou classe social. Apenas cidadãos em busca de qualidade de vida e paz para as famílias.
O crack é uma epidemia. O próprio secretário estadual da Saúde já reconheceu isso. Portanto, precisa ser encarada e tratada como tal. Assim como em outras situações de calamidade, catástrofe ou surto epidêmico, devemos nos valer de todos os recursos financeiros disponíveis – como as verbas de contingência, por exemplo – e de toda mobilização comunitária. Situações emergenciais exigem atitudes excepcionais. Não há como esperar.
Para que tenhamos resultados positivos é preciso agir rapidamente e trabalhar três instâncias fundamentais: a preventiva, a repressiva e a curativa. Primeiramente, devemos tratar da prevenção. É essencial que consigamos estancar novos entrantes no mundo do crack. Por isso, o uso da mídia, as palestras, as visitas às escolas, aos bairros, o envolvimento e engajamento de toda sociedade. Dar informação e conscientizar sobre o perigo e os danos que a droga traz.
Também temos que intensificar a repressão ao tráfico. A polícia diz que metade dos crimes atualmente está relacionada com drogas, mas especificamente com o crack.
Por último, mas não menos importante, é o caráter curativo, de tratamento aos dependentes. O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) não consegue atender a demanda atual. Faltam espaço e profissionais. A recuperação é difícil, contudo precisa ser oferecida àqueles que querem se livrar das drogas.
A campanha “Montenegro contra o crack” está sendo exemplo de mobilização para o país. Que possamos, com o comprometimento de toda sociedade e a aplicação de políticas públicas eficientes ser, logo adiante, exemplo de município que venceu a droga. Exemplo de cidade onde o combate ao crack é uma guerra sem quartel nem general, mas com muitos soldados dispostos a lutar contra o mesmo inimigo.
A diferença desta campanha – não querendo aqui desmerecer outras iniciativas – é que ela está aglutinando todos os poderes constituídos e instituições do município. Não há cores partidárias, credo, raça ou classe social. Apenas cidadãos em busca de qualidade de vida e paz para as famílias.
O crack é uma epidemia. O próprio secretário estadual da Saúde já reconheceu isso. Portanto, precisa ser encarada e tratada como tal. Assim como em outras situações de calamidade, catástrofe ou surto epidêmico, devemos nos valer de todos os recursos financeiros disponíveis – como as verbas de contingência, por exemplo – e de toda mobilização comunitária. Situações emergenciais exigem atitudes excepcionais. Não há como esperar.
Para que tenhamos resultados positivos é preciso agir rapidamente e trabalhar três instâncias fundamentais: a preventiva, a repressiva e a curativa. Primeiramente, devemos tratar da prevenção. É essencial que consigamos estancar novos entrantes no mundo do crack. Por isso, o uso da mídia, as palestras, as visitas às escolas, aos bairros, o envolvimento e engajamento de toda sociedade. Dar informação e conscientizar sobre o perigo e os danos que a droga traz.
Também temos que intensificar a repressão ao tráfico. A polícia diz que metade dos crimes atualmente está relacionada com drogas, mas especificamente com o crack.
Por último, mas não menos importante, é o caráter curativo, de tratamento aos dependentes. O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) não consegue atender a demanda atual. Faltam espaço e profissionais. A recuperação é difícil, contudo precisa ser oferecida àqueles que querem se livrar das drogas.
A campanha “Montenegro contra o crack” está sendo exemplo de mobilização para o país. Que possamos, com o comprometimento de toda sociedade e a aplicação de políticas públicas eficientes ser, logo adiante, exemplo de município que venceu a droga. Exemplo de cidade onde o combate ao crack é uma guerra sem quartel nem general, mas com muitos soldados dispostos a lutar contra o mesmo inimigo.
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