As cidades padecem de um sentido de pertença daqueles que ali habitam. Foram crescendo sem planejamento adequado a curto, médio e longo prazo. Moldaram-se às demandas, inchando ou esvaziando conforme fatores externos. Até hoje, com raras exceções, não foi possível delinear um modelo de cidade que faculte a participação direta dos seus habitantes nos assuntos que lhes dizem respeito e origina sua cidadania.
O crescimento rápido e desordenado das cidades provoca um desenho estranho que separa seus moradores e não oferece serviços públicos adequados para a maioria deles. O transporte que vale é o individual e não o coletivo, provocando uma anomalia no deslocamento das pessoas, que moram cada vez mais longe. Espaços de lazer, nem se conta. O lazer é um luxo e não uma necessidade existencial. As políticas públicas de saúde e educação são precárias e como outros direitos da cidadania, não são reconhecidas de fato.
A cidade que queremos deve irradiar e garantir cidadania para todos. Por isso deve ser desenhada, pensada e implementada com a participação da maioria e não só dos “sabidos e entendidos”. É incrível que até hoje não tenhamos experimentado com freqüência plebiscitos e referendos sobre assuntos que dizem respeito a todos. Por que não eleger um ou dois temas por ano e ouvir a população? Cada cidade deveria nascer, crescer e desenvolver ouvindo permanentemente as prioridades de seus moradores. Em uma década mudaríamos nossa realidade. Em uma geração, ousaria dizer que mudaríamos o sentido de urbanidade.
Se quisermos cidades sustentáveis, precisamos mudá-las e pensá-las a partir do que temos e com a participação efetiva da comunidade. Mas para obter esta participação plena, temos de preparar e motivar as pessoas. Mostrar-lhes que cada opinião é importante. Que é preciso participar, falar, cobrar, interferir.
Neste contexto, a Câmara está cumprindo um papel essencial, incentivando a articulação. Os vereadores, através do projeto Câmara Vai aos Bairros, das sessões no interior, da Câmara Mirim e das inúmeras reuniões que têm realizado, estão estimulando a participação e fortalecendo as entidades organizadas. O Legislativo, indo ao encontro dos moradores, ou trazendo as pessoas para dentro da Câmara, fomenta a cidadania. Modifica seu papel de agente representativo para participativo e fica muito mais transparente.
O crescimento rápido e desordenado das cidades provoca um desenho estranho que separa seus moradores e não oferece serviços públicos adequados para a maioria deles. O transporte que vale é o individual e não o coletivo, provocando uma anomalia no deslocamento das pessoas, que moram cada vez mais longe. Espaços de lazer, nem se conta. O lazer é um luxo e não uma necessidade existencial. As políticas públicas de saúde e educação são precárias e como outros direitos da cidadania, não são reconhecidas de fato.
A cidade que queremos deve irradiar e garantir cidadania para todos. Por isso deve ser desenhada, pensada e implementada com a participação da maioria e não só dos “sabidos e entendidos”. É incrível que até hoje não tenhamos experimentado com freqüência plebiscitos e referendos sobre assuntos que dizem respeito a todos. Por que não eleger um ou dois temas por ano e ouvir a população? Cada cidade deveria nascer, crescer e desenvolver ouvindo permanentemente as prioridades de seus moradores. Em uma década mudaríamos nossa realidade. Em uma geração, ousaria dizer que mudaríamos o sentido de urbanidade.
Se quisermos cidades sustentáveis, precisamos mudá-las e pensá-las a partir do que temos e com a participação efetiva da comunidade. Mas para obter esta participação plena, temos de preparar e motivar as pessoas. Mostrar-lhes que cada opinião é importante. Que é preciso participar, falar, cobrar, interferir.
Neste contexto, a Câmara está cumprindo um papel essencial, incentivando a articulação. Os vereadores, através do projeto Câmara Vai aos Bairros, das sessões no interior, da Câmara Mirim e das inúmeras reuniões que têm realizado, estão estimulando a participação e fortalecendo as entidades organizadas. O Legislativo, indo ao encontro dos moradores, ou trazendo as pessoas para dentro da Câmara, fomenta a cidadania. Modifica seu papel de agente representativo para participativo e fica muito mais transparente.
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