O Município, enquanto poder público extrai riqueza das pessoas e das empresas, seja diretamente quando pagamos nosso IPTU, ISS, etc... Ou quando compramos qualquer tipo de produto. Neste caso, ele virá através dos repasses estaduais e federais. Assim, formamos o “bolo” orçamentário, ou seja, a riqueza da cidade. Deve, portanto, despendê-la de maneira racional, planejada e controlada, de forma a não só melhorar a qualidade de vida dos munícipes, mas também buscar permanentemente a geração de mais renda, mediante o fomento à iniciativa privada, seja ele de maneira direta ou indireta, de modo a garantir um crescimento sustentado.
No momento em que a Prefeitura gasta mal os seus recursos, está empobrecendo sua comunidade, inibindo a geração de riqueza e emprego e, por conseqüência, condenando a economia local ao declínio. Este gastar mal significa fazer opções equivocadas de onde gastar, receber obras mal executadas, retrabalho em ações que o Município executa, dentre outras.
A atenção ao aspecto social é inexorável ao setor público, fazendo parte de sua função de agente distribuidor de renda e gerador de qualidade de vida. Porém, este deve também se preocupar com o desenvolvimento econômico, destinando parte de seus recursos e esforços para esta finalidade, tendo em vista que os agentes econômicos é que, em última instância, financiam o social.
Os números de nosso Município mostram que estamos ao longo dos anos ampliando nossa riqueza e que, este crescimento econômico não tem se refletido em benefícios aos nossos munícipes. Resumindo, as decisões do gerenciamento da cidade continuam equivocadas, sem planejamento e sem rumo. “Quando um barco navega sem rumo, pode chegar a qualquer porto”. O porto que queremos, é o da qualidade de vida, da redução das desigualdades, da ampliação das oportunidades, da educação de qualidade, da melhoria da saúde, da infra-estrutura, do lazer, da segurança e da participação das pessoas construindo seu futuro.
Está mais do que na hora de parar o barco por alguns instantes, planejar o seu rumo, discutir com os passageiros (população) onde queremos chegar, dar diretrizes e o plano de viagem à tripulação (agentes públicos) e comprometer o comandante a navegar rumo ao porto que queremos. Outra opção é deixar o barco à deriva e pagar o preço de navegar sem rumo.
No momento em que a Prefeitura gasta mal os seus recursos, está empobrecendo sua comunidade, inibindo a geração de riqueza e emprego e, por conseqüência, condenando a economia local ao declínio. Este gastar mal significa fazer opções equivocadas de onde gastar, receber obras mal executadas, retrabalho em ações que o Município executa, dentre outras.
A atenção ao aspecto social é inexorável ao setor público, fazendo parte de sua função de agente distribuidor de renda e gerador de qualidade de vida. Porém, este deve também se preocupar com o desenvolvimento econômico, destinando parte de seus recursos e esforços para esta finalidade, tendo em vista que os agentes econômicos é que, em última instância, financiam o social.
Os números de nosso Município mostram que estamos ao longo dos anos ampliando nossa riqueza e que, este crescimento econômico não tem se refletido em benefícios aos nossos munícipes. Resumindo, as decisões do gerenciamento da cidade continuam equivocadas, sem planejamento e sem rumo. “Quando um barco navega sem rumo, pode chegar a qualquer porto”. O porto que queremos, é o da qualidade de vida, da redução das desigualdades, da ampliação das oportunidades, da educação de qualidade, da melhoria da saúde, da infra-estrutura, do lazer, da segurança e da participação das pessoas construindo seu futuro.
Está mais do que na hora de parar o barco por alguns instantes, planejar o seu rumo, discutir com os passageiros (população) onde queremos chegar, dar diretrizes e o plano de viagem à tripulação (agentes públicos) e comprometer o comandante a navegar rumo ao porto que queremos. Outra opção é deixar o barco à deriva e pagar o preço de navegar sem rumo.
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