Quanto mais espaço para participação dos cidadãos, melhor será a atuação parlamentar. É acreditando nisso que realizamos a primeira reunião do projeto “Câmara Vai aos Bairros”, na associação comunitária da Vila Esperança. Foi o pontapé inicial de uma iniciativa que busca, principalmente, aproximar o Poder Legislativo da comunidade.
Não podemos nos iludir pensando que sabemos todos os problemas que cada comunidade enfrenta e que tipo de projetos ela gostaria de ter em seu benefício. Embora a Casa Legislativa esteja sempre aberta e muitos acompanhem as sessões plenárias, é nos deslocando aos bairros que podemos interagir e mostrar aos montenegrinos, com mais ênfase, a importância da sua participação no trabalho do vereador.
Com o projeto Câmara Vai aos Bairros não temos a pretensão – nem mesmo a ilusão – de que conseguiremos atender de imediato todas as demandas. Até porque, a iniciativa e execução de obras e serviços cabem ao Poder Executivo. No entanto, o contato direto com as comunidades nos dará mais energia e respaldo para buscar que as reivindicações sejam atendidas. Juntos, somos mais fortes e capazes de encontrar alternativas para encaminhar as melhorias necessárias.
A relevância da proposta, entretanto, vai além de colher idéias, sugestões e ouvir as principais aspirações da comunidade. Está em permitir que as pessoas conheçam seus representantes e o trabalho que realizam, porque é grande o número de pessoas que sequer sabem qual a função de um vereador e o papel essencial da Câmara para o funcionamento da cidade. Da mesma forma, com as reuniões nos bairros, estaremos estimulando que a população se organize, através das associações. As pessoas precisam ter espaço para expor suas idéias, dar opiniões e sugestões sobre temas que fazem parte dos seus cotidianos. O fortalecimento das associações de bairro é primordial na construção de uma sociedade mais justa.
O Câmara Vai aos Bairros será um desafio e um aprendizado constante. Dar voz à diversidade social montenegrina é contribuir para a cidadania plena. Transformar a política representativa em política participativa depende do comprometimento e da responsabilidade de cada um dos vereadores e de cada um dos moradores. Mas não tenho dúvidas de que este é o caminho para construir a cidade que queremos e conquistar o bem-estar que todos merecemos.
Não podemos nos iludir pensando que sabemos todos os problemas que cada comunidade enfrenta e que tipo de projetos ela gostaria de ter em seu benefício. Embora a Casa Legislativa esteja sempre aberta e muitos acompanhem as sessões plenárias, é nos deslocando aos bairros que podemos interagir e mostrar aos montenegrinos, com mais ênfase, a importância da sua participação no trabalho do vereador.
Com o projeto Câmara Vai aos Bairros não temos a pretensão – nem mesmo a ilusão – de que conseguiremos atender de imediato todas as demandas. Até porque, a iniciativa e execução de obras e serviços cabem ao Poder Executivo. No entanto, o contato direto com as comunidades nos dará mais energia e respaldo para buscar que as reivindicações sejam atendidas. Juntos, somos mais fortes e capazes de encontrar alternativas para encaminhar as melhorias necessárias.
A relevância da proposta, entretanto, vai além de colher idéias, sugestões e ouvir as principais aspirações da comunidade. Está em permitir que as pessoas conheçam seus representantes e o trabalho que realizam, porque é grande o número de pessoas que sequer sabem qual a função de um vereador e o papel essencial da Câmara para o funcionamento da cidade. Da mesma forma, com as reuniões nos bairros, estaremos estimulando que a população se organize, através das associações. As pessoas precisam ter espaço para expor suas idéias, dar opiniões e sugestões sobre temas que fazem parte dos seus cotidianos. O fortalecimento das associações de bairro é primordial na construção de uma sociedade mais justa.
O Câmara Vai aos Bairros será um desafio e um aprendizado constante. Dar voz à diversidade social montenegrina é contribuir para a cidadania plena. Transformar a política representativa em política participativa depende do comprometimento e da responsabilidade de cada um dos vereadores e de cada um dos moradores. Mas não tenho dúvidas de que este é o caminho para construir a cidade que queremos e conquistar o bem-estar que todos merecemos.
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