A semana passada foi marcada pelo Dia da Liberdade de Impostos, data em que os brasileiros “param de pagar impostos” e começam a trabalhar para si próprios. Por isso, permitam-me transcrever um artigo do economista Marco Tulio Kalil, que fala da alta carga tributária brasileira.
“Chega de tanto imposto! Ainda mais depois de analisar mais detalhadamente os dados desagregados referentes aos resultados do PIB do último trimestre do ano passado. A leitura de tais dados permite constatar que, enquanto o PIB cresceu apenas 1,3% no 4º trimestre de 2008 em relação ao 4º trimestre de 2007, na mesma base de comparação, os impostos líquidos sobre produtos cresceram 2,6%, exatamente o dobro do ritmo do PIB. E o pior, é que este aumento da carga tributária é apenas para alimentar os gastos cada vez mais perdulários, ineficazes e antropofágicos da paquidérmica máquina pública do estado. Digo antropofágicos porque vivemos sim, numa antropofagia tributária no país. Cada vez mais, os governos nas suas diversas esferas abocanham o bolso do cidadão, das famílias contribuintes e o caixa das empresas. Decididamente, o governo não cabe dentro do PIB. Enquanto que nos últimos 5 anos o PIB do país cresceu 28%, as despesas de custeio cresceram 74% e as despesas com pessoal e encargos sociais aumentaram 32%. O mais nefasto, no entanto, é que além de gastar muito, o governo gasta muito mal, não há qualidade no gasto público. Bastar ver os serviços que são prestados pelo Estado em contrapartida aos impostos, nas áreas da saúde, segurança, educação e justiça. Se considerarmos o que gastamos com planos de saúde, educação em escolas privadas para nossos filhos e segurança privada, a carga de impostos que recai sobre os ombros da sociedade contribuinte salta para algo próximo a 70%. Um verdadeiro assalto!”.
Depois de refletir sobre estes números, e ainda em ritmo do Dia do Desafio, também ocorrido na semana passada, façamos um pacto para sair da rotina. Não somente numa data especial, uma vez por ano, mas em todos os dias. Sejamos pró-ativos. Deixemos de lado a rotina de gastar o que se arrecada com custeio da máquina pública, do fazer sem planejamento, da ausência de gestão eficiente e da falta de investimentos.
Quem paga imposto tem direito a serviços de qualidade. Esse é o grande desafio.
“Chega de tanto imposto! Ainda mais depois de analisar mais detalhadamente os dados desagregados referentes aos resultados do PIB do último trimestre do ano passado. A leitura de tais dados permite constatar que, enquanto o PIB cresceu apenas 1,3% no 4º trimestre de 2008 em relação ao 4º trimestre de 2007, na mesma base de comparação, os impostos líquidos sobre produtos cresceram 2,6%, exatamente o dobro do ritmo do PIB. E o pior, é que este aumento da carga tributária é apenas para alimentar os gastos cada vez mais perdulários, ineficazes e antropofágicos da paquidérmica máquina pública do estado. Digo antropofágicos porque vivemos sim, numa antropofagia tributária no país. Cada vez mais, os governos nas suas diversas esferas abocanham o bolso do cidadão, das famílias contribuintes e o caixa das empresas. Decididamente, o governo não cabe dentro do PIB. Enquanto que nos últimos 5 anos o PIB do país cresceu 28%, as despesas de custeio cresceram 74% e as despesas com pessoal e encargos sociais aumentaram 32%. O mais nefasto, no entanto, é que além de gastar muito, o governo gasta muito mal, não há qualidade no gasto público. Bastar ver os serviços que são prestados pelo Estado em contrapartida aos impostos, nas áreas da saúde, segurança, educação e justiça. Se considerarmos o que gastamos com planos de saúde, educação em escolas privadas para nossos filhos e segurança privada, a carga de impostos que recai sobre os ombros da sociedade contribuinte salta para algo próximo a 70%. Um verdadeiro assalto!”.
Depois de refletir sobre estes números, e ainda em ritmo do Dia do Desafio, também ocorrido na semana passada, façamos um pacto para sair da rotina. Não somente numa data especial, uma vez por ano, mas em todos os dias. Sejamos pró-ativos. Deixemos de lado a rotina de gastar o que se arrecada com custeio da máquina pública, do fazer sem planejamento, da ausência de gestão eficiente e da falta de investimentos.
Quem paga imposto tem direito a serviços de qualidade. Esse é o grande desafio.
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