Em todas as entidades que passei, movimentos que participei , seja na condição de participante, coordenador ou presidente, sempre acreditei e busquei a participação das pessoas. Não acredito na possibilidade de construir um processo que leve a um bom resultado sem o envolvimento delas. Sinto que devemos perseguir este objetivo para a construção daquilo que queremos, seja no bairro, na escola, no clube, no time de futebol e principalmente na cidade que moramos. Penso que devemos consolidar caminhos para que a participação seja uma prática incorporada ao nosso comportamento. Minha dúvida e inquietação, sempre se deu em entender a omissão, a delegação a terceiros em lutar por causas que acredito e que busquem mudanças necessárias para um bom resultado, ou melhor, resultado que desejo. O processo de construção coletivo sempre foi o caminho mais difícil. Nossa cultura é recente e precisamos avançar muito neste sentido.
Renovo esta convicção ao concluir a leitura de um livro escrito por Mario Sergio Cortella e Renato Janine Ribeiro, dois filósofos paulistas que escreveram o livro: “POLÍTICA para não ser idiota”. Tratam de vários temas como corrupção, cidadania contra o colapso, o indivíduo e a sociedade, a importância da transparência, formas de lidar com as diferenças e também da importância da participação política das pessoas. Ao tratar das questões acima, questionam inicialmente a constatação de que no Brasil avançam os comentários de que “política é coisa de idiota”, invertendo um conceito original da palavra quando fazem a seguinte referência: “a expressão idiótes, em grego, significa aquele que só vive a vida privada, que recusa a política, que diz não a política”. Ao pinçar esta reflexão, dentre tantas outras trazidas na leitura, quero compartilhar contigo que me oportuniza transmitir esta mensagem, o que nos leva ao afastamento da política, quando é nela que se definem as coisas que dizem respeito a minha vida em sociedade. Outra expressão que traduz este sentimento, retirada da mesma obra é a de que “os ausentes nunca tem razão”. Forte, talvez até agressiva, mas fala da importância da participação. Sigo acreditando que temos sempre dois caminhos a seguir, o caminho do expectador e comentarista dos problemas e o dos que ajudam na construção das soluções dos mesmos problemas. Sinto que não estamos satisfeitos com a forma que se conduz a política atualmente, por isto sua participação no processo é importante. Cada um sabe de que forma quer e pode participar. Não se omita, pois nossa cidade precisa de você.
Renovo esta convicção ao concluir a leitura de um livro escrito por Mario Sergio Cortella e Renato Janine Ribeiro, dois filósofos paulistas que escreveram o livro: “POLÍTICA para não ser idiota”. Tratam de vários temas como corrupção, cidadania contra o colapso, o indivíduo e a sociedade, a importância da transparência, formas de lidar com as diferenças e também da importância da participação política das pessoas. Ao tratar das questões acima, questionam inicialmente a constatação de que no Brasil avançam os comentários de que “política é coisa de idiota”, invertendo um conceito original da palavra quando fazem a seguinte referência: “a expressão idiótes, em grego, significa aquele que só vive a vida privada, que recusa a política, que diz não a política”. Ao pinçar esta reflexão, dentre tantas outras trazidas na leitura, quero compartilhar contigo que me oportuniza transmitir esta mensagem, o que nos leva ao afastamento da política, quando é nela que se definem as coisas que dizem respeito a minha vida em sociedade. Outra expressão que traduz este sentimento, retirada da mesma obra é a de que “os ausentes nunca tem razão”. Forte, talvez até agressiva, mas fala da importância da participação. Sigo acreditando que temos sempre dois caminhos a seguir, o caminho do expectador e comentarista dos problemas e o dos que ajudam na construção das soluções dos mesmos problemas. Sinto que não estamos satisfeitos com a forma que se conduz a política atualmente, por isto sua participação no processo é importante. Cada um sabe de que forma quer e pode participar. Não se omita, pois nossa cidade precisa de você.
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