Em meio aos tantos e-mails recebidos nas últimas semanas, havia um que alertava para a importância do agradecimento. Que antes de chamar o Ano Novo e desfiar o rosário de boas intenções e metas para 2012 era necessário agradecer as vivências e experiências de 2011. Porque elas, independente do tipo, tamanho ou duração, fizeram parte do nosso cotidiano e de alguma forma se incorporaram a nossa história. Muitas delas, sem que percebêssemos, nos fizeram amadurecer. Mesmo aquelas que preferimos esquecer ou que, para não sofrer, fingimos que não existiram.
Eu me dispus a fazer esta reflexão. Dei conta que tenho de ser grato por muito. Por tudo. Principalmente, como político e homem público.
A felicidade e orgulho que tenho pela família, costumo externar com freqüência. Também repito o carinho e o respeito pelos amigos, colaboradores e parceiros. Reconheço, porém, que não demonstro, pelo menos não tanto quanto necessário, gratidão pelo privilégio de participar, como vereador, da discussão dos temas da cidade.
Agradeço sim, mesmo que numa retrospectiva perceba que não chegamos aos resultados que eu almejava. Mas os desafios diários nos fortalecem, à medida que mostram nossa capacidade de adaptação e nos impelem a ficar mais atentos e estar mais preparados. Se não chegamos onde queremos, temos de avaliar nosso desempenho e redobrar o esforço. Quase nunca é fácil legislar. Muito menos fiscalizar. Ainda assim, é uma experiência única.
Olhando para trás noto que apesar dos tropeços e dos percalços no caminho, há muito que agradecer. Não só pelas coisas boas ou resultados positivos. É preciso ser grato também pelos reveses que sofremos e até pela incompreensão. Pelas pessoas que discordaram das nossas opiniões e posições, porque elas permitiram que houvesse debate e contraponto. Mais do que os elogios, são as críticas que determinam melhoria e mudança.
Na minha reflexão de fim de ano reconheci, também, a importância de ser fiel aos princípios. De manter firme o propósito de construção de uma cidade melhor. Sem desmerecer o trabalho de outros, mas acreditando que existem alternativas mais eficientes. Apontar um caminho diferente, por vezes, gera desconforto e resistência. São reações normais, em qualquer situação. Não tenho todas as respostas, nem fórmula mágica. Tenho disposição e o olhar voltado à frente. Para o que pode e deve ser feito. Se quisermos um futuro melhor, temos de começar a prepará-lo desde agora.
Como dizem os poetas, para receber um Ano Novo que mereça este nome, temos de fazer a nossa parte e merecê-lo. Jamais haverá Ano Novo se continuarmos insistindo em copiar os erros dos anos velhos. Então, bem-vindo ano 2012. Que todos os montenegrinos possam merecê-lo e chamá-lo de novo.
Eu me dispus a fazer esta reflexão. Dei conta que tenho de ser grato por muito. Por tudo. Principalmente, como político e homem público.
A felicidade e orgulho que tenho pela família, costumo externar com freqüência. Também repito o carinho e o respeito pelos amigos, colaboradores e parceiros. Reconheço, porém, que não demonstro, pelo menos não tanto quanto necessário, gratidão pelo privilégio de participar, como vereador, da discussão dos temas da cidade.
Agradeço sim, mesmo que numa retrospectiva perceba que não chegamos aos resultados que eu almejava. Mas os desafios diários nos fortalecem, à medida que mostram nossa capacidade de adaptação e nos impelem a ficar mais atentos e estar mais preparados. Se não chegamos onde queremos, temos de avaliar nosso desempenho e redobrar o esforço. Quase nunca é fácil legislar. Muito menos fiscalizar. Ainda assim, é uma experiência única.
Olhando para trás noto que apesar dos tropeços e dos percalços no caminho, há muito que agradecer. Não só pelas coisas boas ou resultados positivos. É preciso ser grato também pelos reveses que sofremos e até pela incompreensão. Pelas pessoas que discordaram das nossas opiniões e posições, porque elas permitiram que houvesse debate e contraponto. Mais do que os elogios, são as críticas que determinam melhoria e mudança.
Na minha reflexão de fim de ano reconheci, também, a importância de ser fiel aos princípios. De manter firme o propósito de construção de uma cidade melhor. Sem desmerecer o trabalho de outros, mas acreditando que existem alternativas mais eficientes. Apontar um caminho diferente, por vezes, gera desconforto e resistência. São reações normais, em qualquer situação. Não tenho todas as respostas, nem fórmula mágica. Tenho disposição e o olhar voltado à frente. Para o que pode e deve ser feito. Se quisermos um futuro melhor, temos de começar a prepará-lo desde agora.
Como dizem os poetas, para receber um Ano Novo que mereça este nome, temos de fazer a nossa parte e merecê-lo. Jamais haverá Ano Novo se continuarmos insistindo em copiar os erros dos anos velhos. Então, bem-vindo ano 2012. Que todos os montenegrinos possam merecê-lo e chamá-lo de novo.
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