Particularmente gosto muito das atuais ferramentas de comunicação. Nem lembro mais como era antes. Quase nunca me separo do celular e grande parte do tempo passo “conectado”. Confesso, no entanto, que sou mais um curioso do que um expert. E que minha admiração nada tem a ver com a intrincada tecnologia. Vem da agilidade e da amplitude que elas me proporcionam. Ah! Como conseguimos ser rápidos com estas ferramentas. Mesmo assim ainda falta tempo para resolver tantas coisas.
Se não me falha a memória, já abordei aqui neste espaço que é impossível saber de tudo que acontece na cidade. Não somos onipresentes. Não raras vezes as pessoas se espantam quando digo que não tenho ciência deste ou daquele fato. Procuro estar sempre bem informado, mas há acontecimentos que me escapam. Se ninguém me conta eu “passo batido”, como se diz.
Por isso, desde o início do meu mandato procurei criar meios (site, emails, boletins de notícias e informativos de prestação de contas) que aproximassem a comunidade e estimulassem a participação das pessoas. Quando pensei que estava bem em termos em comunicação, apareceram as redes sociais fervilhando de opiniões e idéias. Com ponto e contraponto. Campo para todo o tipo de manifestação. Mais uma vez lá estava eu tentando aprender a me comunicar e interagir também neste ambiente. Pergunta daqui como se faz. Questiona dali como funciona. Ajuda daqui, ajuda dali e pronto. Sou membro de diversas comunidades. Participativo, sempre que possível.
O que deve ficar claro, porém, é que apesar do meu interesse e da minha disposição em aprender e fazer parte deste vasto espaço virtual, eu não posso dedicar a ele todo meu tempo. Existem outros afazeres e compromissos. Muitos assuntos que ainda precisam ser tratados da maneira tradicional. Seguir aqueles ritos burocráticos e morosos.
Quero acreditar que estou no caminho certo e que minhas manifestações são válidas pelo teor, pela qualidade. Não pela quantidade de respostas ou comentários. Até porque, esta é uma questão complicada. Se falo e proponho muito, sempre há quem me acuse de querer monopolizar ou ganhar visibilidade. Se fico longe, por conta das circunstâncias de trabalho ou da vereança, me criticam por omissão.
Mas eu gosto disso. Dessa movimentação. Dessa agilidade. Das opiniões heterogêneas. Sinto-me integrado e vou aprendendo. Ávido, cada dia uma coisa nova, um passo diferente. Tento aprender e contribuir. Depressa, porque sei que nem mesmo dominei esta e já há de aparecer outra ferramenta. Ainda mais moderna e bem mais rápida.
Se não me falha a memória, já abordei aqui neste espaço que é impossível saber de tudo que acontece na cidade. Não somos onipresentes. Não raras vezes as pessoas se espantam quando digo que não tenho ciência deste ou daquele fato. Procuro estar sempre bem informado, mas há acontecimentos que me escapam. Se ninguém me conta eu “passo batido”, como se diz.
Por isso, desde o início do meu mandato procurei criar meios (site, emails, boletins de notícias e informativos de prestação de contas) que aproximassem a comunidade e estimulassem a participação das pessoas. Quando pensei que estava bem em termos em comunicação, apareceram as redes sociais fervilhando de opiniões e idéias. Com ponto e contraponto. Campo para todo o tipo de manifestação. Mais uma vez lá estava eu tentando aprender a me comunicar e interagir também neste ambiente. Pergunta daqui como se faz. Questiona dali como funciona. Ajuda daqui, ajuda dali e pronto. Sou membro de diversas comunidades. Participativo, sempre que possível.
O que deve ficar claro, porém, é que apesar do meu interesse e da minha disposição em aprender e fazer parte deste vasto espaço virtual, eu não posso dedicar a ele todo meu tempo. Existem outros afazeres e compromissos. Muitos assuntos que ainda precisam ser tratados da maneira tradicional. Seguir aqueles ritos burocráticos e morosos.
Quero acreditar que estou no caminho certo e que minhas manifestações são válidas pelo teor, pela qualidade. Não pela quantidade de respostas ou comentários. Até porque, esta é uma questão complicada. Se falo e proponho muito, sempre há quem me acuse de querer monopolizar ou ganhar visibilidade. Se fico longe, por conta das circunstâncias de trabalho ou da vereança, me criticam por omissão.
Mas eu gosto disso. Dessa movimentação. Dessa agilidade. Das opiniões heterogêneas. Sinto-me integrado e vou aprendendo. Ávido, cada dia uma coisa nova, um passo diferente. Tento aprender e contribuir. Depressa, porque sei que nem mesmo dominei esta e já há de aparecer outra ferramenta. Ainda mais moderna e bem mais rápida.
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