Tenho vivido dias esquisitos. Não sei se esta é a definição mais exata, mas é a que me ocorre, assim, de pronto. Estou na mira. Sinto-me um alvo. Aquele “ponto preto”, no centro da tabela, que todos querem acertar. E jogam dardos. E mais dardos. Uns com força, outros com técnica, alguns a esmo. Neste dardejar constante – quase ininterrupto – há arremessos de direita e de esquerda.
Convivo bem com esta minha atual condição porque sei que na política todos têm seus dias de alvo e de dardo. Com freqüência e rapidez as posições se invertem. Não sei precisar o que é melhor ou mais fácil. Acredito, porém, que é necessário estar preparado. Quando dardo, ter convicção do ataque. Saber o que se quer e a importância de atingir. Quando alvo, sustentar a defesa. Certeza e força para impedir que acertem.
Metáforas à parte, a saída do PP do governo municipal é que me transformou no alvo. Reitero que não foi imposição minha. Nem exigência. Nem vontade única. Foi uma decisão de colegiado. O diretório – formado na grande maioria por pessoas sem cargo, que participam ativamente porque se identificam com a ideologia do partido e confiam na construção de uma cidade melhor - entendeu que a coligação não deu certo. O desgaste na relação com o PMDB e os equívocos administrativos já vinham sendo apontados e discutidos desde agosto de 2009. Está registrado nas atas das reuniões progressistas.
Falta com a verdade quem afirma que é oportunismo. Um bom número de filiados já vinha pedindo um rumo, propondo mudanças e apresentando alternativas. Cobrando de todos, inclusive de quem representa o PP na Administração Municipal, cumprimento do programa de governo. Não deu resultado e chegamos num ponto onde já não havia perspectiva, de mudança ou melhora. Então o diretório decidiu pela saída imediata.
É raso pessoalizar ou se ater somente às questões políticas (eleitorais) deste episódio. Não são as diferenças partidárias que determinam o sucesso ou fracasso de uma gestão. Pelo contrário, acho que a pluralidade equilibra e permite uma visão mais ampla. Existem muitas coligações que comprovam isso.
O que faz dar certo – ou não – é o grau de comprometimento de cada um com as propostas. É o tamanho do envolvimento. É sintonia nas ações. Quando há foco, disposição, trabalho conjunto e compromisso, a convergência é natural e traz resultados positivos. Quando não traz, é preciso verificar onde estão as falhas e corrigir o rumo.
Foi isso que o diretório do PP fez quando optou pela saída do governo municipal. Reviu sua caminhada, com coerência e autocrítica. Cansado de seguir sem direção, resolveu reencontrar o rumo. Por enquanto, sozinho.
Convivo bem com esta minha atual condição porque sei que na política todos têm seus dias de alvo e de dardo. Com freqüência e rapidez as posições se invertem. Não sei precisar o que é melhor ou mais fácil. Acredito, porém, que é necessário estar preparado. Quando dardo, ter convicção do ataque. Saber o que se quer e a importância de atingir. Quando alvo, sustentar a defesa. Certeza e força para impedir que acertem.
Metáforas à parte, a saída do PP do governo municipal é que me transformou no alvo. Reitero que não foi imposição minha. Nem exigência. Nem vontade única. Foi uma decisão de colegiado. O diretório – formado na grande maioria por pessoas sem cargo, que participam ativamente porque se identificam com a ideologia do partido e confiam na construção de uma cidade melhor - entendeu que a coligação não deu certo. O desgaste na relação com o PMDB e os equívocos administrativos já vinham sendo apontados e discutidos desde agosto de 2009. Está registrado nas atas das reuniões progressistas.
Falta com a verdade quem afirma que é oportunismo. Um bom número de filiados já vinha pedindo um rumo, propondo mudanças e apresentando alternativas. Cobrando de todos, inclusive de quem representa o PP na Administração Municipal, cumprimento do programa de governo. Não deu resultado e chegamos num ponto onde já não havia perspectiva, de mudança ou melhora. Então o diretório decidiu pela saída imediata.
É raso pessoalizar ou se ater somente às questões políticas (eleitorais) deste episódio. Não são as diferenças partidárias que determinam o sucesso ou fracasso de uma gestão. Pelo contrário, acho que a pluralidade equilibra e permite uma visão mais ampla. Existem muitas coligações que comprovam isso.
O que faz dar certo – ou não – é o grau de comprometimento de cada um com as propostas. É o tamanho do envolvimento. É sintonia nas ações. Quando há foco, disposição, trabalho conjunto e compromisso, a convergência é natural e traz resultados positivos. Quando não traz, é preciso verificar onde estão as falhas e corrigir o rumo.
Foi isso que o diretório do PP fez quando optou pela saída do governo municipal. Reviu sua caminhada, com coerência e autocrítica. Cansado de seguir sem direção, resolveu reencontrar o rumo. Por enquanto, sozinho.
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