Diversas manifestações na imprensa e noutras ferramentas de comunicação nos últimos tempos mostra que entramos no período pré-eleitoral. Por isso, temas que abordo desde 2009 têm uma leitura diferente. São tratados como se fossem novos, como se eu estivesse falando neles pela primeira vez. No entanto, as cobranças que faço – e minha postura como vereador - são as mesmas desde 2009, quando assumi o atual mandato. Não é coisa de momento ou oportunidade. Sempre defendi a importância e a finalidade do Legislativo. Levei em consideração que Executivo e Legislativo têm papéis distintos e precisam ser independentes. No Brasil se criou, ao longo da história, o costume de parlamentos dependentes do Executivo, que funcionam como um apêndice e esquecem sua real função, que é justamente de fiscalizar.
Li uma entrevista, dias atrás, onde um sociólogo analisava o processo democrático no país. Dizia que a democracia no Brasil está fragilizada porque os legislativos estão deixando de existir, não têm independência. Segundo ele, a cada quatro anos apenas escolhemos quem vai ser o próximo ditador nas esferas federal, estadual e municipal. Não há poder que exerça o contraponto. Tudo que o presidente, o governador e o prefeito querem, eles conseguem. Os parlamentos são submissos. Estão atrelados a cargos, verbas e apoios.
Tenho me referido a isto várias vezes, há bastante tempo. Autonomia dos poderes. Da necessidade de entender e separar a função de cada um e, sobretudo, resgatar o pleno exercício do papel principal do vereador, que é de fiscalizar os atos do Executivo.
Parece estranho quando pessoas que integram o partido que está no comando não se submetem a tudo que é proposto. No caso dos vereadores, então, a estranheza aumenta. Mas é preciso compreender que nós vereadores fomos eleitos para legislar, fiscalizar e representar os interesses da comunidade. Ouvir o que ela diz e verificar se o que está posto pelo Executivo vai ao encontro do que ela precisa.
Minhas manifestações e posições são respaldadas pela Lei Orgânica e Regimento Interno da Câmara. São coerentes com o que prega o estatuto do meu partido e respondem à função que a população me delegou. Em desacordo estou apenas com aqueles que entendem que os políticos são todos iguais. Que os poderes são tudo um só e que todos devem se submeter ao que o Executivo quer.
Não raro, o que o “governo” quer (e faz) não reflete os anseios da comunidade e fica longe do que determinam os estatutos dos partidos. É preciso fiscalizar e muitas vezes criticar, identificar o que está errado. Mostrar alternativas e propor mudanças.
Governo e partido são coisas diferentes. Assim como Legislativo e Executivo. Fui eleito para ser vereador e cumpro esta tarefa. Não me elegi para concordar com tudo. Prefiro apontar as falhas que encobri-las. Porque só assim se consegue corrigir, melhorar e crescer.
Li uma entrevista, dias atrás, onde um sociólogo analisava o processo democrático no país. Dizia que a democracia no Brasil está fragilizada porque os legislativos estão deixando de existir, não têm independência. Segundo ele, a cada quatro anos apenas escolhemos quem vai ser o próximo ditador nas esferas federal, estadual e municipal. Não há poder que exerça o contraponto. Tudo que o presidente, o governador e o prefeito querem, eles conseguem. Os parlamentos são submissos. Estão atrelados a cargos, verbas e apoios.
Tenho me referido a isto várias vezes, há bastante tempo. Autonomia dos poderes. Da necessidade de entender e separar a função de cada um e, sobretudo, resgatar o pleno exercício do papel principal do vereador, que é de fiscalizar os atos do Executivo.
Parece estranho quando pessoas que integram o partido que está no comando não se submetem a tudo que é proposto. No caso dos vereadores, então, a estranheza aumenta. Mas é preciso compreender que nós vereadores fomos eleitos para legislar, fiscalizar e representar os interesses da comunidade. Ouvir o que ela diz e verificar se o que está posto pelo Executivo vai ao encontro do que ela precisa.
Minhas manifestações e posições são respaldadas pela Lei Orgânica e Regimento Interno da Câmara. São coerentes com o que prega o estatuto do meu partido e respondem à função que a população me delegou. Em desacordo estou apenas com aqueles que entendem que os políticos são todos iguais. Que os poderes são tudo um só e que todos devem se submeter ao que o Executivo quer.
Não raro, o que o “governo” quer (e faz) não reflete os anseios da comunidade e fica longe do que determinam os estatutos dos partidos. É preciso fiscalizar e muitas vezes criticar, identificar o que está errado. Mostrar alternativas e propor mudanças.
Governo e partido são coisas diferentes. Assim como Legislativo e Executivo. Fui eleito para ser vereador e cumpro esta tarefa. Não me elegi para concordar com tudo. Prefiro apontar as falhas que encobri-las. Porque só assim se consegue corrigir, melhorar e crescer.
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