Está difícil encontrar o tom exato desta coluna. A primeira do ano. Não quero soar pessimista, apesar dos tantos motivos que me deixam assim, no que se refere, principalmente, à política ou está relacionado com a minha vida pública. Também não posso parecer animado demais. Seria uma fraude.
Ser prático e realista nestas horas é o ideal. Nem supervalorizar as perdas, tampouco superestimar as conquistas. Tarefa difícil. Mesmo ainda contagiado pelo espírito de Ano Novo, e repleto de tantas mensagens carinhosas e otimistas, não consigo me livrar da sensação de vazio. Olho para trás e vejo uma sucessão de dias, de meses e... Vácuo.
Tento relembrar tudo que coloquei neste espaço semanal durante 2010. Pesar os acontecimentos, ponderar o que vivenciamos nos últimos doze meses. As expectativas que tínhamos no mesmo período, há um ano. Destas, quais realizamos e quais se perderam no meio do caminho.
A “balança” pende para menos. Percebo que eu queria ir além. Acreditava em muito mais. Será que sou apenas eu que tenho essa frustrante sensação? Será que sou apenas eu que não me enquadro no “jogo do contente” de Pollyanna, aquela do livro? Por que não consigo ficar à vontade na ilha da fantasia, onde tudo está sempre bem? Onde o vento sopra sempre a favor e não há problema nenhum? Quer dizer, há problemas sim, mas todo mundo disfarça, finge que não sabe ou que não vê.
Certo. Também concordo que 2010 se foi e que não há como voltar atrás. Mudar o caminho já percorrido. Porém, é importante refletir sobre o que podia ter sido diferente e melhor. A partir daí refazer o plano, corrigir o rumo. Não estou à procura das causas ou de culpa. Quando se trata de questões coletivas são muitas as causas. Senão de todos, pelo menos da maioria, é a culpa. Inclusive minha ou até sua.
Acredito que a grande magia deste momento está justamente na oportunidade que temos de recomeçar. No desafio de recuperar o tempo perdido. Estamos iniciando um novo ano. É sempre outra chance. Uma dose extra de motivação e esperança.
Próspero Ano Novo! Que em 2011 tenhamos “feliz cidade”.
Ser prático e realista nestas horas é o ideal. Nem supervalorizar as perdas, tampouco superestimar as conquistas. Tarefa difícil. Mesmo ainda contagiado pelo espírito de Ano Novo, e repleto de tantas mensagens carinhosas e otimistas, não consigo me livrar da sensação de vazio. Olho para trás e vejo uma sucessão de dias, de meses e... Vácuo.
Tento relembrar tudo que coloquei neste espaço semanal durante 2010. Pesar os acontecimentos, ponderar o que vivenciamos nos últimos doze meses. As expectativas que tínhamos no mesmo período, há um ano. Destas, quais realizamos e quais se perderam no meio do caminho.
A “balança” pende para menos. Percebo que eu queria ir além. Acreditava em muito mais. Será que sou apenas eu que tenho essa frustrante sensação? Será que sou apenas eu que não me enquadro no “jogo do contente” de Pollyanna, aquela do livro? Por que não consigo ficar à vontade na ilha da fantasia, onde tudo está sempre bem? Onde o vento sopra sempre a favor e não há problema nenhum? Quer dizer, há problemas sim, mas todo mundo disfarça, finge que não sabe ou que não vê.
Certo. Também concordo que 2010 se foi e que não há como voltar atrás. Mudar o caminho já percorrido. Porém, é importante refletir sobre o que podia ter sido diferente e melhor. A partir daí refazer o plano, corrigir o rumo. Não estou à procura das causas ou de culpa. Quando se trata de questões coletivas são muitas as causas. Senão de todos, pelo menos da maioria, é a culpa. Inclusive minha ou até sua.
Acredito que a grande magia deste momento está justamente na oportunidade que temos de recomeçar. No desafio de recuperar o tempo perdido. Estamos iniciando um novo ano. É sempre outra chance. Uma dose extra de motivação e esperança.
Próspero Ano Novo! Que em 2011 tenhamos “feliz cidade”.
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