Finalmente os montenegrinos receberam de volta sua praça principal. Demorou, mas o resultado ficou muito bom. A Praça Rui Barbosa, apesar do rigor deste inverno, e de toda preocupação que gerou, está florida, arejada, iluminada. Durante o dia, é clara pela luz do sol e à noite, brilha por conta das tantas luminárias que recebeu. Modernizada, traz agora um relógio com termômetro que ostenta as cores da bandeira do município.
A praça está pronta. Polêmicas à parte, agora é a nossa vez de cumprir nosso papel. Zelar para que este local permaneça bem cuidado e fiscalizar para que as flores, as lâmpadas, os bancos, o relógio, não sejam vítimas do vandalismo. Sim, porque a depredação do patrimônio público é tão inaceitável – e custa tão caro – quanto iniciar mal uma obra e ter de começar tudo de novo.
Não é costume contabilizar e divulgar o que o poder público gasta, tanto em horas de trabalho quanto em reposição de material, para refazer o que foi quebrado, danificado, ou roubado por vândalos. A soma é alta e poderia ser muito bem utilizada em outros serviços. O estrago feito pelos vândalos é uma conta que todos nós, contribuintes, pagamos.
A divulgação dos recursos utilizados para consertar ou recolocar o que foi estragado talvez fosse uma boa sugestão. Pode constar naquele portal de transparência que propusemos ao Executivo e que esperamos seja implantado o mais breve possível. Quem sabe será uma ferramenta a mais para sensibilizar os cidadãos “de bem” para a importância de denunciar sempre que presenciarem uma depredação ou souberem a autoria de quem cometeu vandalismo.
Esperamos que a Praça Rui Barbosa seja bem aproveitada. A obra foi concluída, porém sua revitalização só acontecerá plenamente se ela for humanizada. Se as pessoas tiverem oportunidade de desfrutar aquele espaço. Para isso será necessário, além da contenção dos vândalos, manutenção constante na limpeza e uma solução para os moradores de rua que insistem em ocupar o lugar. Diga-se, aliás, de passagem, estes são persistentes. Praça velha, praça em reforma ou praça nova. Eles não arredam dali. Enfim, a praça é nossa. Assim devemos sentir. Por isso devemos cuidar.
A praça está pronta. Polêmicas à parte, agora é a nossa vez de cumprir nosso papel. Zelar para que este local permaneça bem cuidado e fiscalizar para que as flores, as lâmpadas, os bancos, o relógio, não sejam vítimas do vandalismo. Sim, porque a depredação do patrimônio público é tão inaceitável – e custa tão caro – quanto iniciar mal uma obra e ter de começar tudo de novo.
Não é costume contabilizar e divulgar o que o poder público gasta, tanto em horas de trabalho quanto em reposição de material, para refazer o que foi quebrado, danificado, ou roubado por vândalos. A soma é alta e poderia ser muito bem utilizada em outros serviços. O estrago feito pelos vândalos é uma conta que todos nós, contribuintes, pagamos.
A divulgação dos recursos utilizados para consertar ou recolocar o que foi estragado talvez fosse uma boa sugestão. Pode constar naquele portal de transparência que propusemos ao Executivo e que esperamos seja implantado o mais breve possível. Quem sabe será uma ferramenta a mais para sensibilizar os cidadãos “de bem” para a importância de denunciar sempre que presenciarem uma depredação ou souberem a autoria de quem cometeu vandalismo.
Esperamos que a Praça Rui Barbosa seja bem aproveitada. A obra foi concluída, porém sua revitalização só acontecerá plenamente se ela for humanizada. Se as pessoas tiverem oportunidade de desfrutar aquele espaço. Para isso será necessário, além da contenção dos vândalos, manutenção constante na limpeza e uma solução para os moradores de rua que insistem em ocupar o lugar. Diga-se, aliás, de passagem, estes são persistentes. Praça velha, praça em reforma ou praça nova. Eles não arredam dali. Enfim, a praça é nossa. Assim devemos sentir. Por isso devemos cuidar.
Não tivemos muita influência na decisão ou condução da reforma, mas podemos fazer a diferença daqui para frente. “Brigamos” tanto para que este espaço fosse devolvido à comunidade. Agora é hora de valorizá-lo e encontrar a melhor maneira de aproveitá-lo.
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