Gostaria que o leitor se fizesse esta pergunta: eu cumpro leis? Se analisarmos o volume de leis que não são cumpridas neste país... Leis que em tese são perfeitas, mas que na prática não são aplicadas, seja pela postura do cidadão, seja pela falta de fiscalização ou talvez pela sua impossibilidade de ser aplicada. Ouvi muito desde a minha infância que as leis foram feitas para serem cumpridas. Vejo no dia a dia que o cidadão tem consciência de que devem ser cumpridas, porém pelos outros. Elas são boas desde que a fiscalização atue sobre o meu vizinho, sobre o concorrente, sobre um conhecido, etc.
E eu, devo cumprir? Como é meu comportamento quando percebo que uma lei está sendo desobedecida? Fico quieto para não me incomodar? Chamo um vereador para se incomodar por mim, afinal ele é o representante do povo? Faço de forma anônima para não ser “prejudicado” ou “perseguido”? E quando vejo os cofres públicos sendo lesados, quando na minha frente “rasgam” dinheiro público que falta na saúde? Fico quieto, pois “sempre foi assim”? Digo que isto é coisa da política e não me diz respeito?
Escrevo tudo isto para dizer o que penso a respeito do tema e para você que está lendo esta coluna semanal e de certa forma acompanha o que penso, tenha o mesmo desejo que eu tenho: Devemos buscar termos leis claras, práticas, viáveis de serem cumpridas e fiscalizadas. Devemos despertar na nossa comunidade o sentimento de participação popular e de compreensão de como as coisas públicas funcionam e podem funcionar. Sonho com uma cidade comprometida com o que é seu e com representantes atendendo os anseios dela. Utopia? Bom, se eu não sonhar com a cidade ideal, com transformações que visem à qualidade de vida das pessoas, com ações que dêem a todos as oportunidades, com um Município em que leis existam para serem cumpridas, devo, como digo sempre, cuidar do “meu umbigo” e do que é melhor para mim e esquecer que podemos construir, juntos, o melhor lugar para se viver.
Mas será que para isto acontecer é só cumprir as leis? Claro que não, mas é um passo muito importante. Precisamos muito mais do que as leis. Precisamos atitude e comprometimento com esta causa. Precisamos ter amor pela cidade onde vivemos, espírito coletivo, responsabilidade, respeito com as pessoas e uma dose muito grande de busca por resultados. E será que depende só dos políticos? Também penso que não. Nenhuma administração fará isto sozinha.
Só conseguiremos o envolvimento das pessoas quando elas acreditarem que sua participação é importante, que sua opinião é ouvida e aproveitada, quando souberem para onde estamos navegando e quando receberem por parte de seus representantes o respeito que merecem. Eu sigo na crença de que juntos podemos fazer a diferença.
E eu, devo cumprir? Como é meu comportamento quando percebo que uma lei está sendo desobedecida? Fico quieto para não me incomodar? Chamo um vereador para se incomodar por mim, afinal ele é o representante do povo? Faço de forma anônima para não ser “prejudicado” ou “perseguido”? E quando vejo os cofres públicos sendo lesados, quando na minha frente “rasgam” dinheiro público que falta na saúde? Fico quieto, pois “sempre foi assim”? Digo que isto é coisa da política e não me diz respeito?
Escrevo tudo isto para dizer o que penso a respeito do tema e para você que está lendo esta coluna semanal e de certa forma acompanha o que penso, tenha o mesmo desejo que eu tenho: Devemos buscar termos leis claras, práticas, viáveis de serem cumpridas e fiscalizadas. Devemos despertar na nossa comunidade o sentimento de participação popular e de compreensão de como as coisas públicas funcionam e podem funcionar. Sonho com uma cidade comprometida com o que é seu e com representantes atendendo os anseios dela. Utopia? Bom, se eu não sonhar com a cidade ideal, com transformações que visem à qualidade de vida das pessoas, com ações que dêem a todos as oportunidades, com um Município em que leis existam para serem cumpridas, devo, como digo sempre, cuidar do “meu umbigo” e do que é melhor para mim e esquecer que podemos construir, juntos, o melhor lugar para se viver.
Mas será que para isto acontecer é só cumprir as leis? Claro que não, mas é um passo muito importante. Precisamos muito mais do que as leis. Precisamos atitude e comprometimento com esta causa. Precisamos ter amor pela cidade onde vivemos, espírito coletivo, responsabilidade, respeito com as pessoas e uma dose muito grande de busca por resultados. E será que depende só dos políticos? Também penso que não. Nenhuma administração fará isto sozinha.
Só conseguiremos o envolvimento das pessoas quando elas acreditarem que sua participação é importante, que sua opinião é ouvida e aproveitada, quando souberem para onde estamos navegando e quando receberem por parte de seus representantes o respeito que merecem. Eu sigo na crença de que juntos podemos fazer a diferença.
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