Desde as minhas primeiras manifestações neste espaço semanal falo da necessidade de haver sintonia entre o poder público e a comunidade. Que muitas vezes é preciso parar, reavaliar e corrigir o rumo. Que não existe fórmula mágica e que os melhores resultados são obtidos quando as ações são construídas em conjunto. Não há nada de incoerente ou constrangedor em repensar decisões. Muitas vezes retroceder pode significar avanço. Uma solução mais eficiente pode ser encontrada quando compartilhamos a responsabilidade de decidir.
Foi isto que aconteceu com relação à fixação do número de vereadores para a próxima legislatura. Ao retirar o projeto que fixa em 13 o número de vagas e propondo uma nova forma de discussão nós vereadores demonstramos que estamos atentos à comunidade que representamos.
O processo de discussão, e isso é preciso ressaltar, foi transparente desde o início. Primeiro, formou-se uma comissão com os partidos políticos, com vistas até de fortalecer e valorizar as siglas. Este grupo reuniu-se diversas vezes e pediu a opinião de outras entidades representativas (conselhos, associações comunitárias). Foi daí que nasceu a proposta de 13 vagas. O Legislativo acatou o que a maioria das manifestações indicou.
O que se viu a seguir, no entanto, foi que uma grande parte dos montenegrinos não se sentiu representada por quem emitiu opinião. Isto remete, também, a outra questão importante: o papel e a representação das entidades. É rotina a Câmara ouvir conselhos e outros entes da sociedade civil durante a tramitação dos projetos. Por isso, é importante que eles envolvam e reflitam a opinião e os anseios de quem representam. O que neste caso, parece que não aconteceu.
A discussão quanto ao número de vereadores está aberta. Hora de a população participar. Até agora, a maioria das manifestações é contra a ampliação, tendo como principal alegação o aumento de despesas. Justifica a manutenção das 10 cadeiras com a crise do hospital, os buracos nas ruas, a falta de remédios e outras carências. Neste sentido, vale esclarecer que manter o número atual não significa, por exemplo, o fim dos buracos. Não dá certeza de que não faltarão fraldas ou remédios na Saúde. Isso dependerá da boa gestão dos recursos públicos, da sua aplicação correta e eficiente. Da mobilização e fiscalização da comunidade, também, quanto ao atendimento das prioridades.
A Câmara mostrou responsabilidade neste episódio, comprovando que é possível sim corrigir rumos. Reavaliar e encontrar novas alternativas de encaminhamento para os temas da cidade. Mas é preciso ficar atento, tanto vereadores quanto população, pois a verdadeira cidadania requer continuidade. Não se constrói apenas com ações ou manifestações pontuais.
Foi isto que aconteceu com relação à fixação do número de vereadores para a próxima legislatura. Ao retirar o projeto que fixa em 13 o número de vagas e propondo uma nova forma de discussão nós vereadores demonstramos que estamos atentos à comunidade que representamos.
O processo de discussão, e isso é preciso ressaltar, foi transparente desde o início. Primeiro, formou-se uma comissão com os partidos políticos, com vistas até de fortalecer e valorizar as siglas. Este grupo reuniu-se diversas vezes e pediu a opinião de outras entidades representativas (conselhos, associações comunitárias). Foi daí que nasceu a proposta de 13 vagas. O Legislativo acatou o que a maioria das manifestações indicou.
O que se viu a seguir, no entanto, foi que uma grande parte dos montenegrinos não se sentiu representada por quem emitiu opinião. Isto remete, também, a outra questão importante: o papel e a representação das entidades. É rotina a Câmara ouvir conselhos e outros entes da sociedade civil durante a tramitação dos projetos. Por isso, é importante que eles envolvam e reflitam a opinião e os anseios de quem representam. O que neste caso, parece que não aconteceu.
A discussão quanto ao número de vereadores está aberta. Hora de a população participar. Até agora, a maioria das manifestações é contra a ampliação, tendo como principal alegação o aumento de despesas. Justifica a manutenção das 10 cadeiras com a crise do hospital, os buracos nas ruas, a falta de remédios e outras carências. Neste sentido, vale esclarecer que manter o número atual não significa, por exemplo, o fim dos buracos. Não dá certeza de que não faltarão fraldas ou remédios na Saúde. Isso dependerá da boa gestão dos recursos públicos, da sua aplicação correta e eficiente. Da mobilização e fiscalização da comunidade, também, quanto ao atendimento das prioridades.
A Câmara mostrou responsabilidade neste episódio, comprovando que é possível sim corrigir rumos. Reavaliar e encontrar novas alternativas de encaminhamento para os temas da cidade. Mas é preciso ficar atento, tanto vereadores quanto população, pois a verdadeira cidadania requer continuidade. Não se constrói apenas com ações ou manifestações pontuais.
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