Na semana passada abordei a questão da acessibilidade. Pois bem, um dia depois tivemos uma reunião na Câmara para debater o assunto. Foi um momento altamente positivo e eficiente. Pleno em representatividade, opiniões e encaminhamentos.
De certo modo foi a concretização do que acredito ser o ideal de reunião: planejada, focada, objetiva e com a presença das pessoas que tem interesse e tratam do assunto. Sem aquelas divagações, evasivas ou morosidades que estamos acostumados. Claro que não esgotamos o tema nesta primeira reunião. Pelo contrário. Nela percebemos que há muito ainda por compreender e fazer para transformar Montenegro numa cidade acessível a todos. Foi apenas mais um passo, mas, sem dúvida, um passo firme e na direção certa.
Acessibilidade quer dizer mobilidade urbana. É dar condições às pessoas de fazer uso da cidade, independente das suas condições físicas ou do grau de dificuldade que elas têm para se locomover. É permitir que todos usem e usufruam o que a cidade oferece. Todos têm direito ao trabalho, aos serviços e ao lazer. Esta é a meta. Por assim dizer, o objetivo principal para criação da lei específica sobre acessibilidade. Este é o desafio que nos foi posto e do qual não podemos fugir.
É certo que ainda estamos distantes desta meta. Que a nossa capacidade de deslocamento no meio urbano, para o desempenho de qualquer atividade, enfrenta inúmeros obstáculos. Todos os dias. Em todos os cantos da cidade. Seja por questões prediais ou por deficiências urbanísticas.
Creio ser importante frisar, no entanto, que o fato de reconhecer que estamos longe do ideal e mesmo assim (ou justamente por isso) buscar alternativas para as adaptações e melhorias necessárias já é um bom começo. Ainda mais quando aliado à disposição de ampliar o conhecimento técnico e expandir a discussão com todos os segmentos da sociedade.
Sou um visionário. Eu sei. Todos vocês, leitores, já perceberam. Mas o que será de nós se não formos capazes de enfrentar os desafios e encontrar soluções, mesmo para as questões mais complexas e adversas? Se perdermos a capacidade de sonhar, de querer, de buscar? De ver o lado bom das coisas e acreditar que pode dar certo?
Acessibilidade. Mobilidade urbana. Sociedade inclusiva. Acesso amplo e democrático. É bom nos acostumarmos com estes termos porque eles estarão em pauta por um bom tempo ainda. Vieram para ficar e de alguma forma, em algum momento, farão parte do dia-a-dia de cada um de nós.
De certo modo foi a concretização do que acredito ser o ideal de reunião: planejada, focada, objetiva e com a presença das pessoas que tem interesse e tratam do assunto. Sem aquelas divagações, evasivas ou morosidades que estamos acostumados. Claro que não esgotamos o tema nesta primeira reunião. Pelo contrário. Nela percebemos que há muito ainda por compreender e fazer para transformar Montenegro numa cidade acessível a todos. Foi apenas mais um passo, mas, sem dúvida, um passo firme e na direção certa.
Acessibilidade quer dizer mobilidade urbana. É dar condições às pessoas de fazer uso da cidade, independente das suas condições físicas ou do grau de dificuldade que elas têm para se locomover. É permitir que todos usem e usufruam o que a cidade oferece. Todos têm direito ao trabalho, aos serviços e ao lazer. Esta é a meta. Por assim dizer, o objetivo principal para criação da lei específica sobre acessibilidade. Este é o desafio que nos foi posto e do qual não podemos fugir.
É certo que ainda estamos distantes desta meta. Que a nossa capacidade de deslocamento no meio urbano, para o desempenho de qualquer atividade, enfrenta inúmeros obstáculos. Todos os dias. Em todos os cantos da cidade. Seja por questões prediais ou por deficiências urbanísticas.
Creio ser importante frisar, no entanto, que o fato de reconhecer que estamos longe do ideal e mesmo assim (ou justamente por isso) buscar alternativas para as adaptações e melhorias necessárias já é um bom começo. Ainda mais quando aliado à disposição de ampliar o conhecimento técnico e expandir a discussão com todos os segmentos da sociedade.
Sou um visionário. Eu sei. Todos vocês, leitores, já perceberam. Mas o que será de nós se não formos capazes de enfrentar os desafios e encontrar soluções, mesmo para as questões mais complexas e adversas? Se perdermos a capacidade de sonhar, de querer, de buscar? De ver o lado bom das coisas e acreditar que pode dar certo?
Acessibilidade. Mobilidade urbana. Sociedade inclusiva. Acesso amplo e democrático. É bom nos acostumarmos com estes termos porque eles estarão em pauta por um bom tempo ainda. Vieram para ficar e de alguma forma, em algum momento, farão parte do dia-a-dia de cada um de nós.
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