“Quem não se comunica, se trumbica”. Não sei por que lembrei esta citação enquanto definia como iniciar o artigo desta semana. Ela é antiga e foi dita milhares (senão mais) de vezes pelo apresentador Chacrinha. Isto há anos e anos atrás. Os grisalhos, como eu, talvez recordem. Os leitores mais jovens, no entanto, não saberão de onde vem esta frase e deverão estar franzindo a testa, tentando descobrir quem é Chacrinha e o que significa trumbicar.
Bem, talvez a frase que escolhi não seja a mais atual - nem a mais inteligente -, mas ela se encaixa no tema que tenciono abordar: a necessidade e importância da informação na relação entre o poder público e a comunidade. Como estímulo à participação e sinal de transparência e responsabilidade.
Foi buscando ampliar o contato e a interatividade que sugeri à Prefeitura, através de uma Indicação, a criação do programa "Cidade Transparente". Trata-se de um portal, no site oficial do município, com informações sobre as contas públicas. Dados relativos às ações, custeio, investimentos, obras, prazos e projetos. Numa linguagem simples, compreensível. Mais uma forma de prestar contas aos contribuintes sobre quanto é arrecadado e o que está feito com os recursos públicos. Outros municípios já adotam esta medida e têm conseguido, com a transparência dos seus atos, maior credibilidade. Ainda, que a população seja mais participativa na tomada de decisões.
Entender o orçamento municipal é difícil para a maioria das pessoas. Muitos não estão familiarizados com os termos técnicos, a complexidade das rubricas, com os processos que envolvem qualquer obra ou investimento. Acredito que o "Cidade Transparente" poderá ter uma função didática também, mostrando, de forma simples e direta, onde o dinheiro do município está sendo aplicado. Quais as obras (quem faz, quanto e o objetivo do projeto) estão em andamento.
Já existe lei federal obrigando cidades com mais de 100 mil habitantes a criarem portais deste tipo. Logo, logo, a determinação se estenderá a todos os municípios. Montenegro pode se antecipar.
Está comprovado que a transparência no gasto do dinheiro público, além de ser um ato de responsabilidade e comprometimento, estimula a cidadania e cria uma relação de confiança entre os poderes e a população. É fundamental para o sucesso, em termos políticos e administrativos.
Pensando bem, muito antes da globalização, da internet e da responsabilidade fiscal, o Chacrinha já sabia e tinha razão: “Quem não se comunica, se trumbica”.
Bem, talvez a frase que escolhi não seja a mais atual - nem a mais inteligente -, mas ela se encaixa no tema que tenciono abordar: a necessidade e importância da informação na relação entre o poder público e a comunidade. Como estímulo à participação e sinal de transparência e responsabilidade.
Foi buscando ampliar o contato e a interatividade que sugeri à Prefeitura, através de uma Indicação, a criação do programa "Cidade Transparente". Trata-se de um portal, no site oficial do município, com informações sobre as contas públicas. Dados relativos às ações, custeio, investimentos, obras, prazos e projetos. Numa linguagem simples, compreensível. Mais uma forma de prestar contas aos contribuintes sobre quanto é arrecadado e o que está feito com os recursos públicos. Outros municípios já adotam esta medida e têm conseguido, com a transparência dos seus atos, maior credibilidade. Ainda, que a população seja mais participativa na tomada de decisões.
Entender o orçamento municipal é difícil para a maioria das pessoas. Muitos não estão familiarizados com os termos técnicos, a complexidade das rubricas, com os processos que envolvem qualquer obra ou investimento. Acredito que o "Cidade Transparente" poderá ter uma função didática também, mostrando, de forma simples e direta, onde o dinheiro do município está sendo aplicado. Quais as obras (quem faz, quanto e o objetivo do projeto) estão em andamento.
Já existe lei federal obrigando cidades com mais de 100 mil habitantes a criarem portais deste tipo. Logo, logo, a determinação se estenderá a todos os municípios. Montenegro pode se antecipar.
Está comprovado que a transparência no gasto do dinheiro público, além de ser um ato de responsabilidade e comprometimento, estimula a cidadania e cria uma relação de confiança entre os poderes e a população. É fundamental para o sucesso, em termos políticos e administrativos.
Pensando bem, muito antes da globalização, da internet e da responsabilidade fiscal, o Chacrinha já sabia e tinha razão: “Quem não se comunica, se trumbica”.
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