Já perdi a conta das vezes que fiz referência à importância do planejamento. Em inúmeras oportunidades, inclusive aqui neste espaço semanal, propaguei a necessidade de definirmos como é a cidade que queremos. Pois bem, como há algum tempo não abordo o tal planejamento, nem tampouco pergunto como é a cidade que todos almejam, acho que é hora de retomar o assunto.
Desta vez, no entanto, sob a ótica de quem tem alguma deficiência física ou mobilidade reduzida. Será que para estas pessoas é mais fácil ou mais difícil traçar a cidade ideal? Como será que elas definem, por exemplo, a área urbana de Montenegro? O que precisa mudar?
Muito se tem falado em acessibilidade. No direito de todo cidadão, independente da sua condição física, de ir e vir. Na prática, no entanto, se avançou pouco. São vários os obstáculos que impedem o deslocamento e a circulação. Em alguns casos, justiça seja feita, houve preocupação em melhorar o acesso para quem tem dificuldades. Infelizmente, grande parte das medidas adotadas não surtiu efeito. Umas porque não entendiam as reais necessidades dos usuários do acesso facilitado. Outras, porque desconheciam que há normas técnicas a respeitar.
Enfim, o que se percebe é que não basta só a boa vontade. Muito menos arremedos de acessos. É preciso compreender o que se quer quando o tema é acessibilidade. Saber o que diz a lei e obedecê-la. A questão é ampla. De um lado está quem precisa melhores condições para se deslocar e circular. De outro, quem deve dar estas condições. No meio, a responsabilidade de fiscalizar.
Vejo que temos um cenário propício para debater este tema e, quem sabe, criar um planejamento estratégico para promover a acessibilidade em Montenegro. Uma política pública, com metas, cronograma e ações focadas na inclusão de deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida. Que esclareça, imponha normas, determine prazos e seja eficaz.
Estamos na iminência de conhecer o plano de mobilidade urbana, montado a partir do estudo da nossa realidade viária e que certamente vai contemplar a acessibilidade, sobremaneira no que tange ao transporte público. O Plano Diretor do município está novamente em pauta.
Mesmo que nenhum destes dois planos desperte ou motive para a questão da acessibilidade, será necessário adotar medidas, pois o Ministério Público já se manifestou. A prefeitura e outras entidades já se comprometeram em cumprir a legislação.
Não haverá escapatória. Ainda bem. A cidade que queremos, obrigatoriamente, será um lugar onde se busca a inclusão e se promove a acessibilidade.
Desta vez, no entanto, sob a ótica de quem tem alguma deficiência física ou mobilidade reduzida. Será que para estas pessoas é mais fácil ou mais difícil traçar a cidade ideal? Como será que elas definem, por exemplo, a área urbana de Montenegro? O que precisa mudar?
Muito se tem falado em acessibilidade. No direito de todo cidadão, independente da sua condição física, de ir e vir. Na prática, no entanto, se avançou pouco. São vários os obstáculos que impedem o deslocamento e a circulação. Em alguns casos, justiça seja feita, houve preocupação em melhorar o acesso para quem tem dificuldades. Infelizmente, grande parte das medidas adotadas não surtiu efeito. Umas porque não entendiam as reais necessidades dos usuários do acesso facilitado. Outras, porque desconheciam que há normas técnicas a respeitar.
Enfim, o que se percebe é que não basta só a boa vontade. Muito menos arremedos de acessos. É preciso compreender o que se quer quando o tema é acessibilidade. Saber o que diz a lei e obedecê-la. A questão é ampla. De um lado está quem precisa melhores condições para se deslocar e circular. De outro, quem deve dar estas condições. No meio, a responsabilidade de fiscalizar.
Vejo que temos um cenário propício para debater este tema e, quem sabe, criar um planejamento estratégico para promover a acessibilidade em Montenegro. Uma política pública, com metas, cronograma e ações focadas na inclusão de deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida. Que esclareça, imponha normas, determine prazos e seja eficaz.
Estamos na iminência de conhecer o plano de mobilidade urbana, montado a partir do estudo da nossa realidade viária e que certamente vai contemplar a acessibilidade, sobremaneira no que tange ao transporte público. O Plano Diretor do município está novamente em pauta.
Mesmo que nenhum destes dois planos desperte ou motive para a questão da acessibilidade, será necessário adotar medidas, pois o Ministério Público já se manifestou. A prefeitura e outras entidades já se comprometeram em cumprir a legislação.
Não haverá escapatória. Ainda bem. A cidade que queremos, obrigatoriamente, será um lugar onde se busca a inclusão e se promove a acessibilidade.
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