“A cidade será transformada num canteiro de obras”. Esta frase, por muito tempo, foi sinônimo de construção e melhoria na infra-estrutura urbana. Na verdade, ainda é. Talvez tenha perdido um pouco do vigor e já não seja proferida com o entusiasmo do passado. Mas ainda é uma sentença, todos sabem, que representa benfeitorias, que anuncia desenvolvimento.
Bons tempos em que se podia comemorar o início das empreitadas já pensando na grandeza da alegria na inauguração. Sabia-se que logo ali à frente, apesar dos transtornos e imprevistos, a obra seria entregue e atenderia a finalidade para qual foi executada. Naquela boa época também chovia e existia burocracia. Tinha atrasos, contratempos, correções ou modificações nos projetos. Porém, havia expectativa e confiança. Começo, trabalho e fim. Menos burocracia, mais eficiência. Menos esperteza, mais responsabilidade. De todas as partes e em todas as etapas.
Falar em canteiro de obras em Montenegro, na atualidade, faz tremer. Gera desconfiança. Pode, quem sabe até, causar uma comoção. Como chegamos a esta situação? Ainda estamos comemorando anúncios, mas por que perdemos a certeza da inauguração? Simples. Porque insistimos demais no que sabemos que não dará resultado. Pior do que errar é insistir no erro. Pior do que insistir no erro é aceitar o que está errado – e ainda pagar por ele.
O crescimento da cidade faz surgir uma necessidade maior em termos de infra-estrutura. Exige melhorias o tempo todo, por todos os lados. Não se pode fugir disso. Pelo contrário, é preciso atender as demandas. Fomentar o desenvolvimento. Investir em obras e atentar para o fato de que é melhor contá-las pela qualidade do que pela quantidade.
Eu, como sempre, acredito que podemos fazer diferente. Fazer melhor. Que as experiências negativas de hoje podem evitar que sejam cometidos os mesmos erros no futuro. Não devem ser ignoradas nem precisam ser escondidas. São lições e devemos tirar proveito, aprendendo a não repeti-las.
Na semana que passou tivemos um vislumbre de atitude. De correção no rumo das obras da cidade. Para quem não tinha nada, a expectativa de que finalmente o canteiro se transformará em obra é um alento. Sem trocadilhos, é, sem dúvida, uma luz no fim do túnel.
Bons tempos em que se podia comemorar o início das empreitadas já pensando na grandeza da alegria na inauguração. Sabia-se que logo ali à frente, apesar dos transtornos e imprevistos, a obra seria entregue e atenderia a finalidade para qual foi executada. Naquela boa época também chovia e existia burocracia. Tinha atrasos, contratempos, correções ou modificações nos projetos. Porém, havia expectativa e confiança. Começo, trabalho e fim. Menos burocracia, mais eficiência. Menos esperteza, mais responsabilidade. De todas as partes e em todas as etapas.
Falar em canteiro de obras em Montenegro, na atualidade, faz tremer. Gera desconfiança. Pode, quem sabe até, causar uma comoção. Como chegamos a esta situação? Ainda estamos comemorando anúncios, mas por que perdemos a certeza da inauguração? Simples. Porque insistimos demais no que sabemos que não dará resultado. Pior do que errar é insistir no erro. Pior do que insistir no erro é aceitar o que está errado – e ainda pagar por ele.
O crescimento da cidade faz surgir uma necessidade maior em termos de infra-estrutura. Exige melhorias o tempo todo, por todos os lados. Não se pode fugir disso. Pelo contrário, é preciso atender as demandas. Fomentar o desenvolvimento. Investir em obras e atentar para o fato de que é melhor contá-las pela qualidade do que pela quantidade.
Eu, como sempre, acredito que podemos fazer diferente. Fazer melhor. Que as experiências negativas de hoje podem evitar que sejam cometidos os mesmos erros no futuro. Não devem ser ignoradas nem precisam ser escondidas. São lições e devemos tirar proveito, aprendendo a não repeti-las.
Na semana que passou tivemos um vislumbre de atitude. De correção no rumo das obras da cidade. Para quem não tinha nada, a expectativa de que finalmente o canteiro se transformará em obra é um alento. Sem trocadilhos, é, sem dúvida, uma luz no fim do túnel.