Muito se falou nesta semana do aniversário de Montenegro, sobre o que a cidade tem e do que a cidade precisa. Entre as qualidades destacadas estão grandeza cultural e chegada de mais uma universidade. Sem dúvida, a inauguração da Unisc representa um salto em termos educacionais. Mais uma fonte de conhecimento e pesquisa que, se bem aproveitada, reverterá em desenvolvimento humano e social e, porque não dizer, econômico.
Há muito tempo somos o pólo regional em diversas áreas. Referência em tantos outras. Por vezes, envolvidos nas dificuldades cotidianas, esquecemos de lembrar o quanto já avançamos e do cenário positivo que está sendo construído. É... Eu disse positivo. O momento é bom, sem dúvida. Resta saber o que será feito com as oportunidades que estão se abrindo. Porque de nada adiantam índices de crescimento, como no caso das empresas e da educação, por exemplo, onde presenciamos muitas inaugurações nos últimos anos, se isto não se reflete na vida das pessoas. Não basta apenas atrair e trazer. Temos de transformar incentivos em qualidade de vida.
E já que estamos falando em ser referência e transformar estímulos em ações concretas, vale lembrar que Montenegro usa o slogan “Cidade das Artes”. Ostentando este título, parece que aqui a produção artística e cultural é priorizada. Mais até. É valorizada e incentivada. Só que na prática não é isso que acontece.
Na cidade das artes quem produz e trabalha com cultura – e olha que a nossa tem uma diversidade enorme e um grande reconhecimento, principalmente fora das nossas linhas territoriais – é taxado com a alíquota máxima na cobrança do Imposto Sobre Serviços. O município pode legislar sobre os índices de ISS que vai aplicar. Precisa apenas respeitar o mínimo (2%) e o máximo (5%) estabelecidos em lei federal. Porém, cabe ao município escolher os setores que pretende fomentar, as atividades que lhe interessam estimular. E, claro, a partir daí estabelecer os critérios de taxação.
Eu propus a criação de um grupo de estudo para avaliar uma redução no ISS sobre as atividades culturais. Se não porque somos a cidade das artes, pelo menos para que nossos artistas se sintam apoiados e estimulados a continuar produzindo. Não é muito, eu sei, mas é um começo. Também na cultura, assim como nos demais setores produtivos, todo e qualquer tipo de apoio ou incentivo é sempre bem-vindo.
Há muito tempo somos o pólo regional em diversas áreas. Referência em tantos outras. Por vezes, envolvidos nas dificuldades cotidianas, esquecemos de lembrar o quanto já avançamos e do cenário positivo que está sendo construído. É... Eu disse positivo. O momento é bom, sem dúvida. Resta saber o que será feito com as oportunidades que estão se abrindo. Porque de nada adiantam índices de crescimento, como no caso das empresas e da educação, por exemplo, onde presenciamos muitas inaugurações nos últimos anos, se isto não se reflete na vida das pessoas. Não basta apenas atrair e trazer. Temos de transformar incentivos em qualidade de vida.
E já que estamos falando em ser referência e transformar estímulos em ações concretas, vale lembrar que Montenegro usa o slogan “Cidade das Artes”. Ostentando este título, parece que aqui a produção artística e cultural é priorizada. Mais até. É valorizada e incentivada. Só que na prática não é isso que acontece.
Na cidade das artes quem produz e trabalha com cultura – e olha que a nossa tem uma diversidade enorme e um grande reconhecimento, principalmente fora das nossas linhas territoriais – é taxado com a alíquota máxima na cobrança do Imposto Sobre Serviços. O município pode legislar sobre os índices de ISS que vai aplicar. Precisa apenas respeitar o mínimo (2%) e o máximo (5%) estabelecidos em lei federal. Porém, cabe ao município escolher os setores que pretende fomentar, as atividades que lhe interessam estimular. E, claro, a partir daí estabelecer os critérios de taxação.
Eu propus a criação de um grupo de estudo para avaliar uma redução no ISS sobre as atividades culturais. Se não porque somos a cidade das artes, pelo menos para que nossos artistas se sintam apoiados e estimulados a continuar produzindo. Não é muito, eu sei, mas é um começo. Também na cultura, assim como nos demais setores produtivos, todo e qualquer tipo de apoio ou incentivo é sempre bem-vindo.
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