Começa 2010 e parece que o que aconteceu no ano anterior passou. Que daremos lugar a coisas novas e a novos comportamentos. É ano de eleição, onde votaremos em Deputados Estaduais e Federais, Senadores, Governadores e no nosso mandatário maior, o Presidente da República.
Em roda de amigos, questionam como funcionam as questões partidárias, os acordos e coligações, mas, principalmente, como é conviver com aquilo que não concordamos. Tenho refletido muito sobre este tema, inclusive já escrevi sobre isto, falando de fidelidade partidária e a que e quem devemos a tal fidelidade. Lendo os jornais, em relação à eleição ao nosso governo do Estado, assistimos cenas ao menos interessantes. É o PMDB e PT disputando o PDT, mas o presidente nacional do PDT exige apoio de Fogaça (PMDB) à ministra Dilma do PT. Ou seja, podemos ter os candidatos que disputam a eleição estadual em um mesmo “palanque” presidencial.
Ao mesmo tempo, temos o PSDB de Yeda e Serra disputando o PP com o PSB de Beto Albuquerque, que poderá estar no “palanque” de Ciro Gomes ou de Dilma. O PP quer participar da “terceira via” na eleição estadual, compondo com PSB, PTB e outros. Quer estar no “palanque” de Serra e faz parte do governo Lula.
Daí eu me pergunto e remeto a mesma pergunta a você que está lendo esta coluna, se já não desistiu no meio do confuso caminho: dá para dormir com este barulho? Como entender e explicar às pessoas como funciona a política e os compromissos que ela nos impõe? Se para quem vive o seu dia a dia está complicado, imagino para quem está de fora.
O que posso dizer é que tenho a convicção de que os compromissos que assumi ao longo do tempo com a comunidade são maiores do que tudo isto que escrevi sobre os partidos. Digo que deveremos reinventar os partidos e suas relações com o povo. Que deveremos discutir nas próximas eleições questões mais práticas de compromissos de governo com seus governados. Que teremos pessoas mais informadas e críticas fazendo sua opção de voto e a minha esperança é de que possamos votar por convicção e não por exclusão, ou seja, banir a frase ouvida após as eleições: “votei no menos ruim”.
E o que muda então em 2010? Apenas que a mudança de ano nos faz refletir sobre o que podemos melhorar, sobre o que iremos mudar e as atitudes que iremos ter no ano que se inicia. E os partidos? Aguardemos por um novo comportamento.
Em roda de amigos, questionam como funcionam as questões partidárias, os acordos e coligações, mas, principalmente, como é conviver com aquilo que não concordamos. Tenho refletido muito sobre este tema, inclusive já escrevi sobre isto, falando de fidelidade partidária e a que e quem devemos a tal fidelidade. Lendo os jornais, em relação à eleição ao nosso governo do Estado, assistimos cenas ao menos interessantes. É o PMDB e PT disputando o PDT, mas o presidente nacional do PDT exige apoio de Fogaça (PMDB) à ministra Dilma do PT. Ou seja, podemos ter os candidatos que disputam a eleição estadual em um mesmo “palanque” presidencial.
Ao mesmo tempo, temos o PSDB de Yeda e Serra disputando o PP com o PSB de Beto Albuquerque, que poderá estar no “palanque” de Ciro Gomes ou de Dilma. O PP quer participar da “terceira via” na eleição estadual, compondo com PSB, PTB e outros. Quer estar no “palanque” de Serra e faz parte do governo Lula.
Daí eu me pergunto e remeto a mesma pergunta a você que está lendo esta coluna, se já não desistiu no meio do confuso caminho: dá para dormir com este barulho? Como entender e explicar às pessoas como funciona a política e os compromissos que ela nos impõe? Se para quem vive o seu dia a dia está complicado, imagino para quem está de fora.
O que posso dizer é que tenho a convicção de que os compromissos que assumi ao longo do tempo com a comunidade são maiores do que tudo isto que escrevi sobre os partidos. Digo que deveremos reinventar os partidos e suas relações com o povo. Que deveremos discutir nas próximas eleições questões mais práticas de compromissos de governo com seus governados. Que teremos pessoas mais informadas e críticas fazendo sua opção de voto e a minha esperança é de que possamos votar por convicção e não por exclusão, ou seja, banir a frase ouvida após as eleições: “votei no menos ruim”.
E o que muda então em 2010? Apenas que a mudança de ano nos faz refletir sobre o que podemos melhorar, sobre o que iremos mudar e as atitudes que iremos ter no ano que se inicia. E os partidos? Aguardemos por um novo comportamento.
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