Conclui a montagem da prestação de contas anual do meu mandato. Já comentei aqui neste espaço que por conta disso me dispus a reler os artigos escritos ao longo dos últimos três anos. Tarefa recompensadora, preciso admitir. Um exercício que exigiu paciência, sem dúvida, mas que trouxe uma sensação de alívio.
Recompensadora porque me fez perceber que abordei praticamente todos os temas que dizem respeito à cidade, expondo minhas considerações e opinião sobre eles. Alívio porque desde o primeiro até o último mantive a mesma postura, a mesma linha de pensamento e ação. Não mudei meu discurso, partido ou convicção.
Neste ínterim, claro, fiquei a matutar quantos articulistas políticos – com cargo eletivo ou não – podem reler o que escreveram e se orgulhar pela coerência mantida, pela fidelidade aos seus princípios e linha de atuação. Será que todos conseguem tanta satisfação ao reler o que publicaram na “tribuna”?
Lógico que entre os assuntos que abordei, há aqueles que não tiveram o desfecho esperado. Vários deles, inclusive, sequer tiveram um final. Continuam em pauta, aguardando uma definição que quase sempre está fora do alcance legislativo. Dependem de quem tem o poder de ordenar a execução. Outros foram concluídos de forma diferente do que eu almejava ou propunha. Coisas da democracia, meandros da política.
Também sei que diversas vezes fui repetitivo. Quantas vezes eu citei planejamento? Quanto falei em gestão de resultados? Quantas linhas eu dediquei à correção de rumo?
Minha prestação de contas, nesta hora, está em fase de impressão. Este ano ficará diferente, em formato e apresentação. Porém, será entregue à comunidade da mesma maneira que nos períodos anteriores. Vou às ruas fazer a distribuição. Um ritual que iniciou na campanha, em 2008, quando circulei pedindo votos, e que se transformou em compromisso do mandato. Faço questão de prestar contas e entregar o material pessoalmente. Uma forma de agradecer por ter sido escolhido como representante e ouvir, mesmo que no agito do trânsito, as opiniões, críticas e sugestões.
Por falar em ruas e ouvir opiniões, lembro das pesquisas eleitorais. Daquelas que já foram divulgadas e outras de cunho “interno” que estão para ser tabuladas. Mas isso é assunto para 2012. Antes dele tem a prestação de contas, Natal e os festejos de Ano Novo.
Recompensadora porque me fez perceber que abordei praticamente todos os temas que dizem respeito à cidade, expondo minhas considerações e opinião sobre eles. Alívio porque desde o primeiro até o último mantive a mesma postura, a mesma linha de pensamento e ação. Não mudei meu discurso, partido ou convicção.
Neste ínterim, claro, fiquei a matutar quantos articulistas políticos – com cargo eletivo ou não – podem reler o que escreveram e se orgulhar pela coerência mantida, pela fidelidade aos seus princípios e linha de atuação. Será que todos conseguem tanta satisfação ao reler o que publicaram na “tribuna”?
Lógico que entre os assuntos que abordei, há aqueles que não tiveram o desfecho esperado. Vários deles, inclusive, sequer tiveram um final. Continuam em pauta, aguardando uma definição que quase sempre está fora do alcance legislativo. Dependem de quem tem o poder de ordenar a execução. Outros foram concluídos de forma diferente do que eu almejava ou propunha. Coisas da democracia, meandros da política.
Também sei que diversas vezes fui repetitivo. Quantas vezes eu citei planejamento? Quanto falei em gestão de resultados? Quantas linhas eu dediquei à correção de rumo?
Minha prestação de contas, nesta hora, está em fase de impressão. Este ano ficará diferente, em formato e apresentação. Porém, será entregue à comunidade da mesma maneira que nos períodos anteriores. Vou às ruas fazer a distribuição. Um ritual que iniciou na campanha, em 2008, quando circulei pedindo votos, e que se transformou em compromisso do mandato. Faço questão de prestar contas e entregar o material pessoalmente. Uma forma de agradecer por ter sido escolhido como representante e ouvir, mesmo que no agito do trânsito, as opiniões, críticas e sugestões.
Por falar em ruas e ouvir opiniões, lembro das pesquisas eleitorais. Daquelas que já foram divulgadas e outras de cunho “interno” que estão para ser tabuladas. Mas isso é assunto para 2012. Antes dele tem a prestação de contas, Natal e os festejos de Ano Novo.
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