Nos próximos dias os montenegrinos me encontrarão em diversos pontos da cidade entregando a prestação de contas 2010. Já estamos organizando a “blitz” de trânsito para distribuir o material, a exemplo do que aconteceu no ano passado. É uma rotina que mantenho e gosto muito. Minha família também se engaja e digo, com certo orgulho, que também apreciam o contato direto com as pessoas.
A decisão de entregar pessoalmente a prestação de contas foi tomada na eleição de 2008. Naquela época saí às ruas para pedir o voto dos montenegrinos. Passado o pleito, retornei para agradecer e, em resposta à confiança em mim depositada, prometi manter a “blitz” e prestar contas das minhas ações como vereador.
Aliás, tenho defendido, de inúmeras formas e em diversas oportunidades, a aproximação com a comunidade. Ficar mais perto não é tarefa fácil, eu sei. Por vezes, não é o vereador que está longe. É a população que se afasta. Como se o fato de ter elegido seu representante fosse suficiente. Não é. Pelo contrário. É preciso estar atento, acompanhar, criticar, sugerir, opinar. O trabalho do legislador se fortalece quando tem respaldo. E a eleição é apenas o começo. Jamais o fim.
Ouvimos muitas queixas sobre a presença dos políticos somente em época de campanha. De nossa parte vale dizer que às vezes também nos sentimos abandonados, porque o eleitor não participa. Não atende o chamado. Não corresponde quando convidado a debater os temas da cidade. Penso que a solidão dos eleitos equivale ao sentimento de abandono a que os eleitores tanto se referem. Mais ainda quando pesquisas mostram que grande parte sequer lembra em quem votou. Ou então lembra, mas não acompanha o trabalho de quem tem mandato. Não tenho dúvidas de que esta indiferença, ou desinteresse, é pior do que conflitar opiniões e ouvir críticas.
Justamente porque não quero o isolamento e não aceito o indiferentismo é que busco criar ferramentas, alternativas, oportunidades, que me mantenham em permanente contato com os montenegrinos. Acredito que a boa política é aquela que traz resultados concretos e coletivos. Que mexe, para melhor, com a vida das pessoas. Aquela que une, provoca mudanças e mobiliza.
Mesmo que alguns não recordem se foi em mim que votaram. Eu não esqueci que fui o mais votado da história e de que preciso honrar, com trabalho e seriedade, esta confiança. Prestar contas é mais do que divulgar um resumo das atividades. É oferecer, para análise dos cidadãos, as ações do meu mandato.
A decisão de entregar pessoalmente a prestação de contas foi tomada na eleição de 2008. Naquela época saí às ruas para pedir o voto dos montenegrinos. Passado o pleito, retornei para agradecer e, em resposta à confiança em mim depositada, prometi manter a “blitz” e prestar contas das minhas ações como vereador.
Aliás, tenho defendido, de inúmeras formas e em diversas oportunidades, a aproximação com a comunidade. Ficar mais perto não é tarefa fácil, eu sei. Por vezes, não é o vereador que está longe. É a população que se afasta. Como se o fato de ter elegido seu representante fosse suficiente. Não é. Pelo contrário. É preciso estar atento, acompanhar, criticar, sugerir, opinar. O trabalho do legislador se fortalece quando tem respaldo. E a eleição é apenas o começo. Jamais o fim.
Ouvimos muitas queixas sobre a presença dos políticos somente em época de campanha. De nossa parte vale dizer que às vezes também nos sentimos abandonados, porque o eleitor não participa. Não atende o chamado. Não corresponde quando convidado a debater os temas da cidade. Penso que a solidão dos eleitos equivale ao sentimento de abandono a que os eleitores tanto se referem. Mais ainda quando pesquisas mostram que grande parte sequer lembra em quem votou. Ou então lembra, mas não acompanha o trabalho de quem tem mandato. Não tenho dúvidas de que esta indiferença, ou desinteresse, é pior do que conflitar opiniões e ouvir críticas.
Justamente porque não quero o isolamento e não aceito o indiferentismo é que busco criar ferramentas, alternativas, oportunidades, que me mantenham em permanente contato com os montenegrinos. Acredito que a boa política é aquela que traz resultados concretos e coletivos. Que mexe, para melhor, com a vida das pessoas. Aquela que une, provoca mudanças e mobiliza.
Mesmo que alguns não recordem se foi em mim que votaram. Eu não esqueci que fui o mais votado da história e de que preciso honrar, com trabalho e seriedade, esta confiança. Prestar contas é mais do que divulgar um resumo das atividades. É oferecer, para análise dos cidadãos, as ações do meu mandato.
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