Quando o jornal de hoje chegar aos leitores o resultado da eleição já será conhecido. Muito antes disso até. Estou fora de Montenegro neste momento e enquanto escrevo as urnas devem estar chegando e os votos sendo contados. Escrevo? Contados? Nada disso. Estamos na era digital. Nos dias atuais os votos aparecem em extratos, já devidamente identificados e somados. Tornam-se conhecidos numa rapidez alucinante. Os candidatos, e também os eleitores, não precisam mais ficar horas e horas, às vezes até dias, à espera dos tão aguardados números.
Infelizmente, terei de colocar o ponto final neste texto antes de saber o que o povo brasileiro – e os montenegrinos em particular – decidiram. Mas isso não é o mais importante, até porque não teria a intenção de analisar o porquê da vitória de uns e os motivos que contribuíram para a derrota de outros. Deixo isso para os partidos e as coordenações de campanha. Que eles façam uma análise profunda e criteriosa. Não de cunho revanchista ou desagregador (normalmente se encontra culpa neste ou naquele, nisto ou naquilo), mas com intuito de fortalecer as agremiações partidárias (e seus filiados) e reconhecer os erros e acertos. Que eles sirvam de exemplo para melhorar – ou no caso de quem ganhou ratificar – as estratégias futuras.
Então o que dizer neste momento? Simples. Que a decisão da maioria seja respeitada. Que os vencedores honrem seus discursos, suas promessas. Que os perdedores, a partir de amanhã (porque hoje ainda estão muito abatidos) compreendam que fazem parte de um processo democrático. Que o pleito terminou (será mesmo que não haverá segundo turno? Gostaria que tivesse, pois seria bom para o processo eleitoral) e mesmo que não tenham sido eleitos cumpriram um importante papel e ainda muito podem contribuir e trabalhar, seja como políticos ou cidadãos.
Por vezes deixamos de crescer, de melhorar, porque ficamos atrelados ao que passou. Ao que podia, mas não aconteceu. Não aceitamos o que a maioria definiu. Apesar de bradar e defender a democracia, por vezes não conseguimos ter a grandeza de respeitar a vitória do adversário. Torcemos para que a partir de então tudo dê errado. Mais do que comemorar a nossa vitória, celebramos é a derrota dos outros. Sem perceber que esta atitude prejudica a nós mesmos, afinal, somos parte da mesma sociedade. Depois das eleições continuamos neste país, neste estado e tudo que acontecer daqui para frente, de bom ou ruim, também nos atingirá.
Infelizmente, terei de colocar o ponto final neste texto antes de saber o que o povo brasileiro – e os montenegrinos em particular – decidiram. Mas isso não é o mais importante, até porque não teria a intenção de analisar o porquê da vitória de uns e os motivos que contribuíram para a derrota de outros. Deixo isso para os partidos e as coordenações de campanha. Que eles façam uma análise profunda e criteriosa. Não de cunho revanchista ou desagregador (normalmente se encontra culpa neste ou naquele, nisto ou naquilo), mas com intuito de fortalecer as agremiações partidárias (e seus filiados) e reconhecer os erros e acertos. Que eles sirvam de exemplo para melhorar – ou no caso de quem ganhou ratificar – as estratégias futuras.
Então o que dizer neste momento? Simples. Que a decisão da maioria seja respeitada. Que os vencedores honrem seus discursos, suas promessas. Que os perdedores, a partir de amanhã (porque hoje ainda estão muito abatidos) compreendam que fazem parte de um processo democrático. Que o pleito terminou (será mesmo que não haverá segundo turno? Gostaria que tivesse, pois seria bom para o processo eleitoral) e mesmo que não tenham sido eleitos cumpriram um importante papel e ainda muito podem contribuir e trabalhar, seja como políticos ou cidadãos.
Por vezes deixamos de crescer, de melhorar, porque ficamos atrelados ao que passou. Ao que podia, mas não aconteceu. Não aceitamos o que a maioria definiu. Apesar de bradar e defender a democracia, por vezes não conseguimos ter a grandeza de respeitar a vitória do adversário. Torcemos para que a partir de então tudo dê errado. Mais do que comemorar a nossa vitória, celebramos é a derrota dos outros. Sem perceber que esta atitude prejudica a nós mesmos, afinal, somos parte da mesma sociedade. Depois das eleições continuamos neste país, neste estado e tudo que acontecer daqui para frente, de bom ou ruim, também nos atingirá.
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