Amanhã é Dia das Crianças. Queria poder nesta coluna, escrever com a sensibilidade dos poetas. Falar de borboletas, de cores e sabores que só e infância consegue perceber. Infelizmente, não tenho este dom. Sou apenas um pai orgulhoso, que se emociona com o crescimento dos filhos, a cada dia. Que se renova com as descobertas deles. Preocupa-se com o futuro e tenta, da melhor maneira possível, estar presente e ser um bom exemplo.
Permito-me hoje homenagear, através dos meus filhos, todas as crianças. Minha primogênita, Roberta, certamente achará que não se enquadra neste texto. Ela está a caminho de completar 20 anos. Adulta, sem dúvida. Pronta para voar com suas próprias asas. Porém, para mim, pai coruja, eterna menina. Já Bernardo, que tem 8 anos, vai adorar. Costuma externar suas idéias. Dar palpites para meus artigos e, com um jeito muito próprio, demonstrar como vê e entende a cidade onde nasceu e mora. Gustavo, o caçula, é mais introspectivo, mas nem por isso menos atento. Quem o conhece sabe que o olhar calmo observa tudo e daquilo que vê tira suas próprias conclusões.
Sou um homem feliz e realizado pelos filhos que tenho. Queria que todos pudessem ter esta alegria. Acompanhar o crescimento deles é uma oportunidade única. É um aprendizado diário. Renovo-me a cada dia através das percepções e experiências que relatam. São ao mesmo tempo, a causa e conseqüência daquilo que faço. Sem perceber, ou ainda não compreender a extensão da sua importância, eles motivam meu trabalho como político e empresário. Minha atuação como cidadão, consciente dos meus direitos e, sobretudo, sabedor dos meus deveres.
Todos os dias deveriam ser dedicados às crianças. É delas que extraímos a força para continuar. É nelas que pensamos quando buscamos um mundo melhor. É por elas que precisamos fazer mais, fazer a diferença.
Sei que sou afortunado por comemorar os filhos que tenho. Eles, por sua vez, têm a felicidade de fazer parte de uma família, quando tantas outras crianças sequer possuem um lar ou base familiar para servir de apoio e referência. Não têm a chance de aproveitar a infância, de brincar, de estudar, de crescer com saúde e dignidade.
Nesta véspera de 12 de outubro, se como nas histórias infantis que ouvi, houvesse uma lâmpada mágica e dela saísse um gênio concedendo-me um desejo, pediria simplesmente que toda criança pudesse ser criança. Que não houvesse infância roubada. Assim, o maior medo seria do bicho-papão e sempre haveria um herói para defendê-las do mal. A vida seria mais simples, risonha e colorida.
Parabéns crianças. Obrigado Roberta, Bernardo e Gustavo por fazerem parte da minha vida. É uma honra ser chamado de pai por vocês. Um privilégio, felicidade pura, poder chamá-los de meus filhos.
Permito-me hoje homenagear, através dos meus filhos, todas as crianças. Minha primogênita, Roberta, certamente achará que não se enquadra neste texto. Ela está a caminho de completar 20 anos. Adulta, sem dúvida. Pronta para voar com suas próprias asas. Porém, para mim, pai coruja, eterna menina. Já Bernardo, que tem 8 anos, vai adorar. Costuma externar suas idéias. Dar palpites para meus artigos e, com um jeito muito próprio, demonstrar como vê e entende a cidade onde nasceu e mora. Gustavo, o caçula, é mais introspectivo, mas nem por isso menos atento. Quem o conhece sabe que o olhar calmo observa tudo e daquilo que vê tira suas próprias conclusões.
Sou um homem feliz e realizado pelos filhos que tenho. Queria que todos pudessem ter esta alegria. Acompanhar o crescimento deles é uma oportunidade única. É um aprendizado diário. Renovo-me a cada dia através das percepções e experiências que relatam. São ao mesmo tempo, a causa e conseqüência daquilo que faço. Sem perceber, ou ainda não compreender a extensão da sua importância, eles motivam meu trabalho como político e empresário. Minha atuação como cidadão, consciente dos meus direitos e, sobretudo, sabedor dos meus deveres.
Todos os dias deveriam ser dedicados às crianças. É delas que extraímos a força para continuar. É nelas que pensamos quando buscamos um mundo melhor. É por elas que precisamos fazer mais, fazer a diferença.
Sei que sou afortunado por comemorar os filhos que tenho. Eles, por sua vez, têm a felicidade de fazer parte de uma família, quando tantas outras crianças sequer possuem um lar ou base familiar para servir de apoio e referência. Não têm a chance de aproveitar a infância, de brincar, de estudar, de crescer com saúde e dignidade.
Nesta véspera de 12 de outubro, se como nas histórias infantis que ouvi, houvesse uma lâmpada mágica e dela saísse um gênio concedendo-me um desejo, pediria simplesmente que toda criança pudesse ser criança. Que não houvesse infância roubada. Assim, o maior medo seria do bicho-papão e sempre haveria um herói para defendê-las do mal. A vida seria mais simples, risonha e colorida.
Parabéns crianças. Obrigado Roberta, Bernardo e Gustavo por fazerem parte da minha vida. É uma honra ser chamado de pai por vocês. Um privilégio, felicidade pura, poder chamá-los de meus filhos.
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