Na semana passada usei este espaço para falar das oportunidades que a Copa de 2014 trará. E da necessidade de nos prepararmos para este grande evento. De novo frisei a importância do planejamento. Outra vez abordei estratégia, metas, ações e resultados.
Diversos montenegrinos, depois de lerem o artigo, me questionaram se eu estava delirando. Falar em “vender” a cidade para os turistas da Copa? Quase impossível, segundo eles. Como atrair visitantes se Montenegro não consegue sequer atender seus moradores? Se as decisões demoram? Se as obras por aqui levam o dobro ou triplo do tempo para serem concluídas? Com estas ruas esburacadas? Crise no hospital? Confusão no transporte urbano?
Está enganado quem pensa que problemas de infra-estrutura são exclusividade nossa. Trânsito, saúde, educação, saneamento, segurança representam desafio para a maioria das prefeituras. Grandes ou pequenos, urbanos ou rurais, ricos ou pobres, praticamente todos os municípios sofrem para atender as demandas, para suprir as necessidades básicas da população.
As realidades são parecidas. É a forma de encarar os problemas, de resolver as dificuldades que diferenciam um governo de outro. São os obstáculos que mostram a eficiência das gestões públicas no gerenciamento dos recursos, na capacidade de transformar arrecadação em investimentos e serviços. Crescer com qualidade não é tarefa fácil. Depende da visão e da atitude de quem governa, da participação da comunidade, de saber aonde se quer chegar. Enquanto uns optam por se queixar, outros preferem encontrar alternativas.
Montenegro tem potencial para se credenciar à Copa. A lista de melhorias a serem providenciadas é grande, sem dúvida. Muito trabalho pela frente. Mas se quisermos aproveitar as oportunidades, temos de arregaçar as mangas e por mãos à obra. O que não podemos é estagnar. Esperar passivamente ou nos conformarmos.
Não olhar adiante, não buscar uma realidade diferente e melhor, é desacreditar na força da cidade e seus moradores. É desistir. É admitir a derrota, se entregar ao fracasso. E cá entre nós, para mim isso é inadmissível. Ainda mais em tempos de Semana Farroupilha, que nos faz relembrar dos ideais e das lutas dos nossos antepassados. Que faz aflorar sentimentos de honra e amor pela terra. Que nos instiga à tradição e revigora sentimentos de força, disposição e coragem.
Diversos montenegrinos, depois de lerem o artigo, me questionaram se eu estava delirando. Falar em “vender” a cidade para os turistas da Copa? Quase impossível, segundo eles. Como atrair visitantes se Montenegro não consegue sequer atender seus moradores? Se as decisões demoram? Se as obras por aqui levam o dobro ou triplo do tempo para serem concluídas? Com estas ruas esburacadas? Crise no hospital? Confusão no transporte urbano?
Está enganado quem pensa que problemas de infra-estrutura são exclusividade nossa. Trânsito, saúde, educação, saneamento, segurança representam desafio para a maioria das prefeituras. Grandes ou pequenos, urbanos ou rurais, ricos ou pobres, praticamente todos os municípios sofrem para atender as demandas, para suprir as necessidades básicas da população.
As realidades são parecidas. É a forma de encarar os problemas, de resolver as dificuldades que diferenciam um governo de outro. São os obstáculos que mostram a eficiência das gestões públicas no gerenciamento dos recursos, na capacidade de transformar arrecadação em investimentos e serviços. Crescer com qualidade não é tarefa fácil. Depende da visão e da atitude de quem governa, da participação da comunidade, de saber aonde se quer chegar. Enquanto uns optam por se queixar, outros preferem encontrar alternativas.
Montenegro tem potencial para se credenciar à Copa. A lista de melhorias a serem providenciadas é grande, sem dúvida. Muito trabalho pela frente. Mas se quisermos aproveitar as oportunidades, temos de arregaçar as mangas e por mãos à obra. O que não podemos é estagnar. Esperar passivamente ou nos conformarmos.
Não olhar adiante, não buscar uma realidade diferente e melhor, é desacreditar na força da cidade e seus moradores. É desistir. É admitir a derrota, se entregar ao fracasso. E cá entre nós, para mim isso é inadmissível. Ainda mais em tempos de Semana Farroupilha, que nos faz relembrar dos ideais e das lutas dos nossos antepassados. Que faz aflorar sentimentos de honra e amor pela terra. Que nos instiga à tradição e revigora sentimentos de força, disposição e coragem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário