A maioria deve estar perguntando, depois de ler o titulo, é claro, qual a diferença entre uma coisa e outra? Pois digo que são duas coisas completamente distintas. Tenho ponderado muito sobre o meu papel político e de que forma posso contribuir neste processo de construção de uma cidade melhor para todos. Não é demagogia ou frase de efeito. Está mais para angústia e preocupação de alguém que se candidatou e se elegeu confiante em construir um amanhã mais promissor. Alguém que acredita que juntos podemos fazer a diferença, mas que percebe que política – a verdadeira e de resultados – está muito misturada com o que dá (ou tira) votos. E não consegue se encaixar neste cenário.
Nós, vereadores, como representantes da população temos de estar o tempo todo debatendo e cobrando políticas públicas que garantam ao cidadão serviços de qualidade e atendimento de suas demandas. Na saúde, educação, infra-estrutura, segurança... Não podemos fazer, mas podemos propor, discutir, cobrar e fiscalizar. E de preferência, senão essencialmente, respaldados pela opinião e participação da comunidade.
E fazer votos? Bem, ao invés de fazer política podemos fazer votos. Significa atender individualmente a Maria, o João, o José, facilitando (conseguindo) que eles pulem a fila da saúde e consigam uma consulta antes dos outros. Consigam uma vaga na creche, mesmo sabendo que existe uma fila de espera e critérios para serem seguidos. Mas, no fazer votos, quem é amigo do vereador vai lá para frente. Tira-se um e escolhe outro. Decide-se quem tem prioridade. Pode-se até definir, numa fila de espera de cirurgia, quem será atendido. Bom, se é amigo do vereador, então tem preferência. O vereador decide que o amigo dele vai primeiro. O outro? Ah, o outro vai ter de esperar, afinal ele não é amigo do vereador, do prefeito, do secretário...
Ficar a vida toda, o tempo todo, tratando daquilo que exclusivamente vai dar votos é mais fácil e cômodo, pois não tem enfrentamento. Não requer que se ouça ou se faça pela maioria. Porém, nem sempre o caminho mais fácil é o melhor. Penso que política se faz pouco e devia-se fazer mais. Discutir políticas públicas onde todos sejam atendidos. Debater planejamento urbano, crescimento da cidade, eficiência nos serviços. Questionar sobre a cidade que queremos no futuro e qual o caminho para se chegar lá.
Bem estar coletivo, com os interesses da sociedade em primeiro lugar. Esta é a política em que acredito e pela qual busquei um mandato. Nesta política o voto é conseqüência e não motivação.
Nós, vereadores, como representantes da população temos de estar o tempo todo debatendo e cobrando políticas públicas que garantam ao cidadão serviços de qualidade e atendimento de suas demandas. Na saúde, educação, infra-estrutura, segurança... Não podemos fazer, mas podemos propor, discutir, cobrar e fiscalizar. E de preferência, senão essencialmente, respaldados pela opinião e participação da comunidade.
E fazer votos? Bem, ao invés de fazer política podemos fazer votos. Significa atender individualmente a Maria, o João, o José, facilitando (conseguindo) que eles pulem a fila da saúde e consigam uma consulta antes dos outros. Consigam uma vaga na creche, mesmo sabendo que existe uma fila de espera e critérios para serem seguidos. Mas, no fazer votos, quem é amigo do vereador vai lá para frente. Tira-se um e escolhe outro. Decide-se quem tem prioridade. Pode-se até definir, numa fila de espera de cirurgia, quem será atendido. Bom, se é amigo do vereador, então tem preferência. O vereador decide que o amigo dele vai primeiro. O outro? Ah, o outro vai ter de esperar, afinal ele não é amigo do vereador, do prefeito, do secretário...
Ficar a vida toda, o tempo todo, tratando daquilo que exclusivamente vai dar votos é mais fácil e cômodo, pois não tem enfrentamento. Não requer que se ouça ou se faça pela maioria. Porém, nem sempre o caminho mais fácil é o melhor. Penso que política se faz pouco e devia-se fazer mais. Discutir políticas públicas onde todos sejam atendidos. Debater planejamento urbano, crescimento da cidade, eficiência nos serviços. Questionar sobre a cidade que queremos no futuro e qual o caminho para se chegar lá.
Bem estar coletivo, com os interesses da sociedade em primeiro lugar. Esta é a política em que acredito e pela qual busquei um mandato. Nesta política o voto é conseqüência e não motivação.
Nenhum comentário:
Postar um comentário