Deixando para trás a indolência que os feriados prolongados sempre causam, é hora de recomeçar. Quem sabe aproveitar esse período de férias, quando tudo acontece num ritmo menos acelerado, para reprisar as ações que já foram desencadeadas e planejar os passos seguintes.
Leio nos jornais montenegrinos, com alento, que 2010 será um ano de muitas obras. Que a expectativa é de um período fértil, de execução de projetos e programas. Lembrando da metáfora que usei num outro texto que escrevi, parece que há vários barcos ancorados, prontos para navegar, esperando apenas as coordenadas para saber qual o rumo seguir e em que porto chegar. O sucesso da jornada desses barcos depende da competência e da vontade dos seus navegadores.
Nesta jornada marítima de 2010, todos somos marinheiros. Cada um tem uma tarefa a cumprir para que a viagem transcorra tranquila, em tempo, com êxito. Cada qual, na sua incumbência, é importante para que encontremos o porto certo.
Pois é justamente sobre essas incumbências e responsabilidades que quero falar. Diferentes, mas entrosadas. Independentes, porém harmoniosas. Não se pode esperar opiniões e ações iguais entre tripulantes diferentes, com funções diversificadas. O que se deve buscar é uma sintonia. Respeitar as diversidades, estimulando o comprometimento de todos para que busquem o mesmo rumo e se esforcem para chegar ao porto mais seguro.
Alguém há de perguntar sobre as coordenadas. Afinal, quem é responsável por elas? Quem decide o rumo do barco? Sempre é a tripulação. Ela quem escolhe o capitão que chefiará a embarcação e nas mãos dela está a condução do barco. É o empenho da tripulação que fará o barco encontrar o seu porto. E o sucesso da viagem dependerá do grau de conexão entre quem comanda, ou lidera, com os seus tripulantes.
Então, comecemos desde já a cumprir nossas tarefas. Estejamos a postos. Os barcos estão prontos para partir. Fiquemos atentos, a fim de que eles encontrem o porto certo. Estejamos ao lado do capitão, realizando as funções que nos são atribuídas, mas sabendo que podemos, a qualquer momento, se necessário, pedir que o caminho seja corrigido. Interferir na direção.
Por mais que o capitão queira, as águas, por vezes, podem desviar o barco do destino. Aí cabe à tripulação mostrar a sua força e apontar qual o rumo certo e como fazer para chegar lá.
Leio nos jornais montenegrinos, com alento, que 2010 será um ano de muitas obras. Que a expectativa é de um período fértil, de execução de projetos e programas. Lembrando da metáfora que usei num outro texto que escrevi, parece que há vários barcos ancorados, prontos para navegar, esperando apenas as coordenadas para saber qual o rumo seguir e em que porto chegar. O sucesso da jornada desses barcos depende da competência e da vontade dos seus navegadores.
Nesta jornada marítima de 2010, todos somos marinheiros. Cada um tem uma tarefa a cumprir para que a viagem transcorra tranquila, em tempo, com êxito. Cada qual, na sua incumbência, é importante para que encontremos o porto certo.
Pois é justamente sobre essas incumbências e responsabilidades que quero falar. Diferentes, mas entrosadas. Independentes, porém harmoniosas. Não se pode esperar opiniões e ações iguais entre tripulantes diferentes, com funções diversificadas. O que se deve buscar é uma sintonia. Respeitar as diversidades, estimulando o comprometimento de todos para que busquem o mesmo rumo e se esforcem para chegar ao porto mais seguro.
Alguém há de perguntar sobre as coordenadas. Afinal, quem é responsável por elas? Quem decide o rumo do barco? Sempre é a tripulação. Ela quem escolhe o capitão que chefiará a embarcação e nas mãos dela está a condução do barco. É o empenho da tripulação que fará o barco encontrar o seu porto. E o sucesso da viagem dependerá do grau de conexão entre quem comanda, ou lidera, com os seus tripulantes.
Então, comecemos desde já a cumprir nossas tarefas. Estejamos a postos. Os barcos estão prontos para partir. Fiquemos atentos, a fim de que eles encontrem o porto certo. Estejamos ao lado do capitão, realizando as funções que nos são atribuídas, mas sabendo que podemos, a qualquer momento, se necessário, pedir que o caminho seja corrigido. Interferir na direção.
Por mais que o capitão queira, as águas, por vezes, podem desviar o barco do destino. Aí cabe à tripulação mostrar a sua força e apontar qual o rumo certo e como fazer para chegar lá.
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