Hoje quero falar, com satisfação, da resposta que a comunidade tem dado aos chamados do Legislativo. O público presente na Audiência Pública do Orçamento foi prova disso. Plenário lotado. Manifestações públicas. Lideranças dos mais diversos segmentos reunidas em torno de um assunto que mexe com a vida de todo mundo. Ah... Bem que podia ser assim sempre. Pessoas interessadas, decisões em conjunto, respeito à vontade da maioria.
Então volto à pergunta inicial: A população quer participar? Penso que sim. A presença dos montenegrinos, que deixam suas casas para comparecer a uma reunião na Câmara, mostra que estamos conseguindo amadurecer o processo de aproximação do Poder Legislativo com a comunidade. Mais do que isso até. Demonstra que há interesse mútuo na participação, no debate, no esclarecimento. A transparência, as ações e decisões compartilhadas geram confiança e cumplicidade.
Li recentemente um depoimento de Bernardo Toro, intelectual colombiano, educador e pesquisador, onde ele coloca que “o maior indicador de pobreza é não estar organizado. O primeiro passo para sair da pobreza é se organizar. Mas é preciso aprender a se organizar. Sem organização não há sustentabilidade, não há troca, não há igualdade. Os setores muito poderosos são muito organizados”. Segundo ele, para mudar a cidade é preciso mudar o seu sistema de transações. Nas transações as coisas perdem e ganham valor. E como se mudam as transações? Juntando as elites. Quem é a elite? Pessoa ou organização que pode modificar o modo de pensar, sentir e atuar dos grandes grupos sociais. O Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre, ele citou como exemplo, faz parte de uma elite da cidade, porque a organização dos taxistas pode parar uma cidade. A elite nunca é composta por muito mais do que uma centena de pessoas. São os donos da credibilidade, da mobilização e dos recursos econômicos. Toro diz que “o governo não tem dinheiro, quem tem dinheiro é a sociedade. Quem repassa este dinheiro é o governo. Se a elite se junta pode mudar qualquer coisa. Em Bogotá, a elite disse que queria uma cidade boa e segura para morar, altamente produtiva. Fizeram um plano para dezesseis anos, que se cumpriu e transformou a cidade”.
Tenho reiteradamente abordado o tema planejamento, o tema gestão. Acredito no que diz Toro. Podemos mudar nossa cidade a partir da organização das pessoas, a partir de um plano estratégico de longo prazo, que todos se comprometam a cumprir. E quando vejo a Câmara lotada, quando sinto que há mobilização da sociedade, cresce minha esperança de que se consiga, efetivamente, colocar isso em prática.
Então volto à pergunta inicial: A população quer participar? Penso que sim. A presença dos montenegrinos, que deixam suas casas para comparecer a uma reunião na Câmara, mostra que estamos conseguindo amadurecer o processo de aproximação do Poder Legislativo com a comunidade. Mais do que isso até. Demonstra que há interesse mútuo na participação, no debate, no esclarecimento. A transparência, as ações e decisões compartilhadas geram confiança e cumplicidade.
Li recentemente um depoimento de Bernardo Toro, intelectual colombiano, educador e pesquisador, onde ele coloca que “o maior indicador de pobreza é não estar organizado. O primeiro passo para sair da pobreza é se organizar. Mas é preciso aprender a se organizar. Sem organização não há sustentabilidade, não há troca, não há igualdade. Os setores muito poderosos são muito organizados”. Segundo ele, para mudar a cidade é preciso mudar o seu sistema de transações. Nas transações as coisas perdem e ganham valor. E como se mudam as transações? Juntando as elites. Quem é a elite? Pessoa ou organização que pode modificar o modo de pensar, sentir e atuar dos grandes grupos sociais. O Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre, ele citou como exemplo, faz parte de uma elite da cidade, porque a organização dos taxistas pode parar uma cidade. A elite nunca é composta por muito mais do que uma centena de pessoas. São os donos da credibilidade, da mobilização e dos recursos econômicos. Toro diz que “o governo não tem dinheiro, quem tem dinheiro é a sociedade. Quem repassa este dinheiro é o governo. Se a elite se junta pode mudar qualquer coisa. Em Bogotá, a elite disse que queria uma cidade boa e segura para morar, altamente produtiva. Fizeram um plano para dezesseis anos, que se cumpriu e transformou a cidade”.
Tenho reiteradamente abordado o tema planejamento, o tema gestão. Acredito no que diz Toro. Podemos mudar nossa cidade a partir da organização das pessoas, a partir de um plano estratégico de longo prazo, que todos se comprometam a cumprir. E quando vejo a Câmara lotada, quando sinto que há mobilização da sociedade, cresce minha esperança de que se consiga, efetivamente, colocar isso em prática.
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